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Capacete para mulher – Como escolher

7 junho 2010 Escrito por 35 comentários

Se você anda de Moto, precisa ter um bom Capacete. Independente do valor da sua moto, um bom capacete para mulher vai muito além do selo do Inmetro e da cor ROSA. Saiba tudo sobre capacetes a seguir.

Primeiro, um pouco sobre as normas: O selo do Inmetro garante apenas que o capacete está em conformidade com a norma NBR 7471, que é a que regula a resistência mínima dos capacetes para uso em Motocicletas, porém, essa norma é muito abrangente e praticamente qualquer capacete, por pior que seja, é aprovado. Além disso, a norma não trata da qualidade do revestimento interno e acabamento geral, e isso é muito importante. Já norma DOT me parece ser muito melhor, pois ela propõe muito mais itens de qualidade e segurança ao capacete. Sempre que você ver um capacete com o selo DOT, pode comprar sem medo.

Infelizmente, o valor do capacete é um grande indicador da qualidade dele. Geralmente, quanto mais caro, melhor ele é. Mas isso não é uma regra, pois existem alguns modelos de custo médio e que apresentam boa qualidade e acabamento. Só não espere qualidade em um capacete de R$ 100,00. Isso não existe.

Para um capacete ser considerado bom, o seu casco deve ser feito em plástico injetado (ABS), fibra de vidro, fibra de carbono ou fibras compostas (fibras de vidro e de carbono). Capacetes em plástico simples, com soldas, não têm boa proteção e se quebram facilmente.

A viseira deve ter pelo menos 2mm de espessura, feita em acrílico ou policarbonato. Existem viseiras de até 4mm de espessura, e quanto mais espessa, mais resistente ela é, e mais cara também. Alguns capacetes tem trava de viseira, que permite manter a viseira fechada (e travada), impedindo que ela se abra “acidentalmente”. Isso só acontece acima de 200 km/h, então se você pretende andar BEM rápido, compre um capacete com essa trava.

Trava de Viseira

Trava de Viseira

O acabamento interno é muito importante. Ele deve ser confortável, de tecido anti-alérgico. Não pode apertar muito a sua cabeça, mas também não pode ficar folgado. Tem que ser justo suficiente para você virar a cabeça rapidamente e o capacete virar junto com ela. Alguns capacetes oferecem um acabamento em couro por baixo, tanto nas espumas que ficam nas laterais, quanto em baixo do queixo. Isso melhora o conforto térmico e deixa ele mais silencioso.

Shark S800 por baixo

Shark S800 por baixo

O capacete também não pode ser muito pesado, pois se for, cansa rapidamente o pescoço. O peso máximo que eu considero em um capacete é 1600 gramas, sendo que já existem modelos de 1300 gramas. Mas é bom prestar atenção, pois é fácil para um Ebf pesar 1300 gramas, afinal, ele não tem NADA além de um casco ruim e um isopor fino como acabamento interno. Um bom capacete, que atenda a todos os critérios de segurança necessariamente carrega muitos itens e para ele pesar 1300 gramas é um verdadeiro milagre da tecnologia. Por isso geralmente custam caro. Essa regra do peso vale apenas para capacetes fechados ou escamoteáveis!

Capacetes abertos

Eu NÃO recomendo o uso de capacetes abertos, e o motivo é simples: Não protegem o rosto. Se você gosta do seu rosto, use um capacete fechado. Manter-se viva é ótimo, mas se puder manter o rosto intacto, melhor ainda!

Alguns modelos de capacete

Percebeu que até agora não falei da cor? Pois é, a cor é o último critério a ser usado na escolha do capacete. E por favor, não compre um capacete completamente rosa, sem desenho algum. Compre um capacete com mais personalidade!

Abaixo seguem alguns modelos que eu conheço e recomendo.

Shark S800 Fever, Butterfly, Fantasy ou Zephyr

Shark S800 Zephyr e Fantasy

Shark S800 Zephyr e Fantasy

Eu tenho um S800, que usei até ficar muito velho. É o melhor capacete que tive até hoje. Ele é meio caro (R$ 1.000,00), mas vale à pena. Além de ser um capacete muito seguro, ele é silencioso e bonito. O casco é em ABS e a viseira é de 2.2mm. O acabamento é de primeira, com couro na parte interior das espumas internas e do queixo. A cinta jugular é de engate rápido e pode ser usada com luvas, que deixa o uso ainda mais prático. O modelo S800-S é igual, só que possui uma sobreviseira fumê, que é útil para reduzir a luminosidade em dias de muito sol, ao passo que pode ser simplesmente levantada quando o dia ficar mais escuro, ou para pilotar a noite.

Shark S800-S Fever Wop, KSA e Kop

Shark S800-S Fever Wop, KSA e Kop


Shark S800-S Butterfly Azul e Rosa

Shark S800-S Butterfly Azul e Rosa


Só evite comprar capacetes com a pintura fosca, pois ela descasca e fica horrível. O meu é o GRRRR, não é um modelo feminino e tem a tal pintura fosca.
Dica: Na MotoBR tem o S800 Fever, nas 3 cores, por R$ 839,00! Clique e compre, pois está barato!

Suomy Vandal Dream

Suomy Vandal Dream

Suomy Vandal Dream

Esse certamente será o meu próximo capacete. Ele tem acabamento excelente, viseira de 2mm com trava (minha moto só chega a 90 km/h, mas a próxima…), casco em fibra de vidro, bem leve. E o grafismo eu adoro. Mesmo tendo um pouco de rosa, acho lindo! Custa R$ 1.700,00.

LS2 FF350 Stardust

LS2 FF350 Stardust

LS2 FF350 Stardust


É uma boa opção para quem quer gastar um pouco menos. Por R$ 400,00, esse capacete é bonito, tem casco em ABS e viseira de 2mm.

Shark S650 Ikebana

Shark S650 Ikebana BBB e KRY

Shark S650 Ikebana BBB e KRY


Eu tenho um destes hoje. Ele é mais barato que o S800 (R$ 700,00), mas não é tão bom. Apesar de usar a mesma viseira de 2.2mm e o casco ser bem parecido (em ABS), o acabamento interno é inferior, fazendo o barulho do vento ficar mais alto. As entradas de ar reguláveis, em plástico, também são inferiores, e exigem cuidado no manuseio. Por último, a cinta jugular é a tradicional de duas argolas, e só pode ser usada sem as luvas. Eu tenho o modelo Frame, com grafismos em branco e preto, e comprei para fazer parzinho com o do Daniel, que é igual. É um bom capacete, vale o que custa.

Bieffe SI Blast

Bieffe SI Blast Rosa

Bieffe SI Blast Rosa


Para quem não quer gastar muito, por pouco menos de R$ 300,00 é possível comprar esse capacete que tem casco em ABS e viseira de 2mm. O acabamento é mais simples, mas suficiente para rodar com segurança pelas ruas. O diferencial aqui é o preço mesmo.

Se você conhece algum outro modelo legal de capacete feminino, indique nos comentários!

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35 comentários

  1. Mariana disse:

    Olá Luana,
    Olha, lendo isso realmente fiquei com medo do capacete que uso…
    Eu ando de moto com meu namorado e ganhei dele meu capacete, que é dos mais baratinhos… Um FLY, que pelo que vi, é dos piores! Fiquei muito preocupada, mesmo, pq nós nunca caímos, mas… É melhor prevenir!
    No mercado livre tem boas ofertas de capacetes, até o Shark por pouco mais de 600 reais.
    Pra quem procura, como eu, um capacete melhor, é uma boa opção!
    Té mais! Valeu pelas dicas!

  2. Daniel disse:

    Uso San Marino fosco,paguei 95 reais, meu grande melhor amigo q hoje nao esta mais entre nos tinha um capacete de 1600 reais,e ele nao segurou a pancada e acabou falecendo,resumindo vc pode ter um capecete de 3 mil, mas dependendo do tombo vai ser igual ao de um 95 reais igual ao meu,agora esse SHARK rosa ai fica show de bola nas gatinhas

    • Daniel Ribeiro disse:

      É amigo… O capacete serve para proteger a cabeça e parte do pescoço… Ele não vai te salvar se você também não investir em proteção para o resto do corpo. O foco deste artigo são os capacetes, mas a Luana já está escrevendo outro artigo sobre proteção corporal.

      Além disso, o capacete não serve só para proteger a cabeça… Essa é a principal função dele, mas uma outra função muito importante é destacar a motociclista do restante. E um capacete com grafismo criativo e excelente acabamento certamente é melhor do que um capacete de 100 conto.

      É como comparar uma roupa da 25 de março com uma roupa de grife. Você paga pela qualidade, mas também paga pela marca.

      • sabrina disse:

        Acho que o certo mesmo é andar com atenção e devagar, pois cada um tem a sua hora de nascer e de morrer e não tem capacete nesse mundo que vai mudar isso, pode ser um os olhos da cara ou um de R$95,00,chegando a hora não tem jeito não.

        • Daniel Ribeiro disse:

          Ai é que você se engana, Sabrina. Um bom capacete faz toda a diferença.

          Veja esse vídeo:
          http://www.youtube.com/watch?v=9LfEFhBelTY

          • Daniel Ribeiro disse:

            Opa, outro link, com cotação de 2009: http://www.motosblog.com.br/1853/precos-dos-seguros-das-motos/

          • Ben disse:

            Também é de fundamental importância testes apropriados, em aprodimação com as condições de impactos reais, que não só serão na maior parte do tempo diferentes de uma martelada, como deverão levar em consideração o que acontece com o crânio (transmissão versus amortecimento de impacto), em vez de apenas a integridade do capacete após o impacto.

            O que pode acontecer é que, no fim das contas, apesar da primeira impressão ser a de que o capacete que resistiu à martelada ser o melhor, o cara que usa um desse acaba morrendo ou saindo mais sequelado que um que usava o que parece frágil na comparação. Isso porque em parte está na “fragilidade” a absorção do impacto. Já o capacete duro *transmite* o impacto, a sua cabeça quebra, apesar do capacete continuar bonito e sem riscos.

            Para ajudar a entender talvez seja interessante lembrar das proteções para o corpo do motociclista que alguns usam, umas “armaduras” localizadas de isopor ou outro material facilmente quebravel, e apenas imaginar o que seria da espinha do sujeito se sofresse uma mesma queda, mas usando as mesmas peças feitas de kevlar, em vez de isopor.

            Não significa que qualquer capacete mais “mole” será sempre melhor que o mais duro, apenas que é mais complicado que isso. Para a maioria das quedas/batidas os mais seguros são os mais “moles”, os duros só realmente ajudando em sua dureza extra em casos como a cabeça bater contra uma quina de uma calçada, de alguma peça dura de um carro, ou de uma tartaruga de metal na rua — que são as únicas situações que se aproximam de marteladas em distribuição de pressão sobre a estrutura.

            Link para um artigo muito completo a respeito que parece que saiu do ar por incomodar anunciantes de capacetes: Desempenho de capacetes de moto

        • Luana disse:

          Não existe isso de chegou a sua hora.
          Se uma pessoa imprudente estiver acelerando a 250km/h e colidir na traseira de um caminhão quer dizer que morreu porque chegou a hora dele? Pra mim a hora dele chegou pois ele foi inconsequente.
          Não podemos sair na rua com um capacete vagabundo achando que não vamos morrer porque nossa hora não chegou, é como diz aquele ditado “não podemos dar mole para o azar” proteção de qualidade pode salvar vidas.

    • Marco disse:

      Daniel, vc que falou sobre o capacete de quase 100 reais. Se todos fossem pensar como vc pensa, ninguem usaria sinto de segurança, porque dependendo da batida, tanto faz estar de sinto ou não. Vc não usaria sinto no avião, pq em caso de acidente, tanto faz vc estar de sinto ou nao. Eu tenho um Shark S900 e um Shark RSI, jaqueta com proteção, colete protetor de coluna, calça de couro com proteção e bostas de couro com proteção. Se eu fosse pensar como vc, andaria de chinelo, bermuda, regata e capacete de menos de 100 conto. Não é assim cara, vc andando com cuidado as chances de um capacete de 1100 reais segurar a pancada é praticamente 100% e a do seu capacete de 100 reais é pelo menos 70% menor. Ou seja, se fosse 1% a mais eu já pagaria 1000 reais por um capacete. É lógico que quando vc já tem um capacete bom, tipo um zeus, entre outros, que vc encontra na faixa de 500/600 reais, já são bem melhores e dão conta do serviço. Como também em relação aos meus capacetes, existem opções mais caras e melhores, mas para as viagens que eu faço de moto, o meu equipamento me deixa vem seguro já. Meu pai, apaixonado por moto tb, sempre me disse a diferença entre um Motoqueiro e um Motociclista é que o Motoqueiro coloca escape barulhento, compra um capacete de 50 conto e sai esmirilhando e não pensa que isso pode fazê-lo deixar de andar de moto logo. Já o Motociclista se equipa todo para andar nem que seja de CG pra ir na esquina comprar pão, porque esse sabe como é bom andar de moto e quer continuar fazendo isso. Bom, fica minha mensagem, e lembrando que não estou criticando a opinião de ninguém, só estou dando a minha.
      Quero parabenizar a Luana pelo excelente artigo, eu estava prestes a comprar o Ikebana azul para minha esposa pela internet, mas já desisti, vou comprar um RSI que ela gostou. Obrigado e curtam cada segundo em suas motos porque o tempo passa muito rápido e nunca sabemos o que nos espera.
      Boa noite.

  3. Caetano disse:

    Só uma correção, o uso de viseira escura é proibido durante a noite, assim como também é proibido andar com a viseira aberta seja noite ou seja dia.
    Viseira escura a noite diminui a visibilidade e pode causar acidentes e está sujeito a multa, viseira aberta também pode acarretar multa e acidente caso um inseto ou qualquer particula atinja seus olhos.

    Abçs

    • Luana disse:

      Correção? Não é bem uma correção, pois eu não disse para andar com a viseira aberta a noite. O S800-S tem duas viseiras… Uma normal, e uma sobreviseira fume… É uma viseira menor, que vai por cima da viseira normal. Essa sobreviseira pode ser levantada sem necessariamente levantar a viseira transparente que vai por baixo. Desta forma, não há infração de trânsito.

  4. elias disse:

    Meu amigo se espatifou com uma CEBÊR 1000 atrás de um carro. Se arrebentou todo, fraturou uma costela, estourou o fígado, ficou uns 30 dias internados. Está vivo. Detalhe: usava um Arai. Não fez nada na cabeça ou rosto. Será que se ele tivesse um de R$ 95,00 estaria vivo??? Uma garupa de uma biz, caiu quando a condutora fazia uma rotatória aqui na minha cidade. Está morta, pois ao bater a cabeça no meio-fio, o capacete ebf/peels/bieffe não aguentou a porrada de 30 km/h….Pra quem acha capacete caro, vai uma pergunta: Quanto vale a sua cabeça? R$ 100,00, 200,00 ou MASTERCARD.

    • Daniel disse:

      Mas acho muita sacanagem um cara com uma CEBÊR 1000 andar de San Marino,kem tem grana pra comprar uma moto dessa ae tem q andar com o melhor capacete,

      • Leonardo disse:

        isso é verdade… aqui em curitiba tem uns malucos que andam de moto estilo R1, 900rr, bandit, Rórnet e por vai… com seus lindos SAN MARINO! meu acho muita falta de vergonha na cara! primeiro que não é nem um pouco seguro, e segundo que fica ridiculo, nao combina com a moto!

    • Lucas Jupetipe disse:

      Tenho um Nitro N400 Mecanoid. Muitos amigos meus falaram que eu tava fazendo besteira gastando tanto assim em um capacete e olha que ele é um dos baratinhos R$400,00.
      Tenho uma RDR 350.E quando eles me viram comprando sliders, macacão bota e luvas e falei que gastei R$2.000 nisso eles riram mais ainda.
      Tive que aguenta muita zoação por cusa disso mas o tempo é rei…
      Numa viagem com meus amigos na estada um deles que tinha uma CEBÊ500 (ele tinha um SamMarino bem baratinho e estava de calça jeans comum e tenis allstars e camiseta) estava comigo a uns 140 Km\h. Nisso numa curva um caminhão estava parado e tinha vazado oleo na pista dele, ai não teve jeito, fomos pro chão.Conseguimos reduzir ainda antes de cair e sair lixando o asfalto com nosso corpos.
      Resultados: Com o tombo o capacete do companheiro espatifou e abril.Ele teve um traumatismo craniano medio, sangrou pelo nariz,boca e ouvido fora que ele ralou cutuvelo,joelho,pé e costas.
      Ficou no hospital uma semana e fora o tempo que demorou pra ele recuperar totalmente.
      A CEBÊ500 sai ralando o tanque,escapamento,retrovisor,tudo…
      E eu vc pergunta ?
      Só levantei bati a poeira olhei se eu estva bem sem nem uma fratura, olhei pra minha moto tonbada já pensando no estrago… resultado… só mandei trocar o slaider que ralou no as falto e retocar a pintura do meu trovisor esquerdo.
      Quando todos ficaram sabendo da historia oq mais escutei foi elogio por ser prudente em usar equipamentos corretos.
      Como disse o colega acima “Quanto vale a sua cabeça ?”
      Gastei 2.500 reais em equipamento que me valeram cada centavo.
      Capacete mandei retocar pois não bati forte com a cabeça,macacão troquei as partes raladas botas e luvas quase não sofreram estragos.
      Hoje eu quero um “Shack” dos bons.
      Gente pensem bastante andes de fazer economia porca e pagar com a vida.

  5. Saito disse:

    Como comecei a pouco tempo a andar de moto, não entendo muito de capacetes, acessórios, etc. Resolvi pegar um MHR Sprint Troy que estava à venda na concessionária que peguei a moto. Estava na promoção e o vendedor me disse que é um capacete mediano, que pra começar estava bom. Paguei R$ 200,00. E o único acessório que instalei na moto até agora é aquela antena “corta-pipa” pq as férias estão chegando e perto de casa fica cheio de pipa.

    OBS: Encontrar capacete pro meu tamanho tb é difícil pacas! Uso 62 ou 64! Quem mandou estudar demais né? hehehe!

  6. Fernando Massao Kawahara disse:

    Uso um Nitro N510. FECHADO!
    So tive que “utiliza-lo” uma unica vez… que foi quando tentei pegar trilha com a Fazer e levei um belo tombo por ter escorregado no cascalho!
    A moto caiu de lado (na verdade ela desabou de lado), e eu ainda consegui evitar que ela caisse sobre minha perna… mas como estava com todo o equipamento, capacete, jaqueta com protetores, luva, calça com protetores e botas, não tive problemas apenas uma pequena luxação na canela, por causa do pedal!
    Lembro-me de que ao cair, vi o Sol entrar na viseira duas vezes e ouvi um estralo bastante alto… e só pensei… “putz… que burrice eu fiz agora… tomara que esse barulho não seja um osso quebrado”
    Levantei e me apalpei de cima ate em baixo, procurando a fratura… e quando não a encontrei, tirei o capacete e vi a “cicatriz” que uma pedra havia feito no no capacete… na altura da bochecha direita, e pensei novamente “ainda bem que nao comprei aquele capacete aberto”.
    Andar equipado, ou como diria meu amigo, proprietario de uma CEBÊX 250cc “andar de armadura Power Ranger”, pode te salvar de muitos incovenientes, inclua-se principalmente ferimentos na pele (que na minha opinião são os piores), ossos quebrados ou fraturados… e o melhor… no meu caso… me conservou todos os dentes!!!

    • Lucas Jupetipe disse:

      “Power Rangers” Hahaha!Boa!
      Isso mesmo mano pode parecer exagero mas quando se cai e vê que você evitou de dar entrada no CTI porque você estava equipado da um alivio.
      Imagina gora vc com o rosto todo esfolado!

  7. Diego Carreiro disse:

    é isso aí, luana. depois de muito tempo estou começando a ‘gastar’ com proteção e não com frisos e outros bibelôs para a moto. sobre capacete aberto, não entendo como uma pessoa de bom senso pilota com um deles. portanto, comprar um bom capacete, uma boa jaqueta e uma boa luva já é um início e tanto. uso todos esses ‘acessórios’ diariamente, e a única coisa desagradável é o calor, na medida em que moro em Recife e aqui não tem inverno. Mas é isso mesmo, motociclista consciente sofre com o calor e não com pernas, braços e outras coisas quebradas e/ou laceradas…

  8. Lincoln disse:

    Não consegui visualizar nenhuma das imagens….

  9. Francisco Moreira disse:

    Boa Noite Luana e Daniel. Desde que comprei minha moto a um ano atrás, venho lendo inumeros artigos na iternet, como manutenção, pilotagem e equipamentos de segurança, sendo que o Artigo do Daniel sobre proteção para vários tipos de bolso (R$) foi o melhor que encontrei. A minha duvida, já que não encontrei relatos sérios sobre os seguintes capacetes que apresento. Primeiro, é o que uso, um Vaz V10, este é um capacete bom, esta ao nivel de peels ou é inferior? Segundo, vi na internet um cabacete Zebra e Nitro, custando R$179,00 e R$ 199,00, respectivamente. Gostaria de saber se são bons, já que o preço é tentador, ou é melhor guardar a grana e comprar um LS2? Obrigado pela atenção.

    • Daniel Ribeiro disse:

      Francisco, já que você tem um V10 da VAZ, não compensa você trocar por um LS2. São capacetes parecidos. O LS2 até é superior, mas a diferença é pequena e não vale a pena o Upgrade. Se eu fosse você, juntaria mais para pegar um capacete realmente bom. No mínimo, um Shark S800.

      T+

  10. Priscila disse:

    É fantástico como podemos andar de moto e ao mesmo tempo estarmos lindas e elegantes, com segurança.

  11. Ben disse:

    A revista motorcyclist online tem uma extensa reportagem sobre a segurança e testes de qualidade de capacetes, no cenário americano:

    http://www.motorcyclistonline.com/gearbox/motorcycle_helmet_review/index.html

    Num super-ultra resumo, a conclusão é que, nos EUA, mesmo os capacetes mais baratos fornecem uma proteção muito boa, e que os critérios de aprovação da fundação memorial Snell são bem questionáveis, criticados seriamente por especialistas da área, baseados em grandes estudos que reproduzem centenas de acidentes reais ocorridos em vários países da Europa.

    Resumidamente, a crítica é que eles tem o foco errado, priorizam a resistência em impactos de alta energia, em algum detrimento do amortecimento que proporciona ao cérebro. Para os critérios Snell, o que basta é que o crânio da pessoa não sofra uma força maior do que 300 g, em altos impactos. Pode parecer bom, mas é mais complicado que isso. Os impactos de alta energia são mais raros (e mais comuns em baixas velocidades no trânsito, não nas estradas, como as pessas comumente assumem), e então há pouco enfoque em reduzir esses 300 g para algo menor, que seria o ideal, na visão de outros especialistas.

    Se pesquisar no google, encontrará informações como “o crânio humano suporta 300 g”, mas isso não é assim tão simples. Os capacetes do exército americano tem um padrão de permitir apenas um impacto de 150 a 1750 g, e os soldados são geralmente pessoas com preparação física, resistência e até mesmo disposição a se arriscar maior do que toda a população de motoqueiros. Os cenários de acidentes envolvem mais do que as lesões à cabeça, e isso deve ser levado em consideração nas análises.

    Eu fico curioso com como seria o caso aqui para o Brasil. Leio muito falarem mal dos mais baratos, mas entre as opiniões baseadas em intuição e olhômetro e os testes do inmetro, fico com os testes do inmetro. Não é por mal que falo, ou por algum interesse particular em defender os mais baratos, é apenas interesse na minha própria segurança e investigar os mitos acerca do tema. Muitas vezes a pessoa pode estar pagando uma pequena fortuna num capacete mais caro que não protege mais, quando poderia estar comprando um mais baratinho e outros tipos de proteção, que em conjunto, protegeriam mais do que apenas o capacete caro. A pessoa corre ainda o risco de comprar um capacete que não venha do importador oficial, podendo ter sido adulterado ou ser até falsificado, e a segurança é então comprometida. Imagino que adulterações e falsificações devam ser mais comuns com os capacetes mais caros. Matéria no Band sport sobre importações e adulterações dos AGV:

    http://www.youtube.com/watch?v=IBkpZczwB_I

    Eu mandei sugestões sobre o tema de reportagem ao Fantástico, ao Domingo Espetacular, e ao Auto Esporte. Sugiro que quem tiver interesse real sobre o tema faça o mesmo. Mande lá a sugestão, diga que querem ver um confronto entre os especialistas de cada padrão e etc. Questionem os padrões do inmetro também, digam que suspeitam ser inferiores e insuficientes para segurança, com base no que quer que se baseiem para suspeitar disso.

    • Daniel Ribeiro disse:

      Ben… Cada um se apega ao que acha mais conveniente…

      No MotoGP e SBK, os pilotos usam AGV, Arai, Shoei, Shark, Suomy e outras marcas famosas. Eles caem a velocidades bem maiores do que as que costumamos andar e nada sofrem… É este tipo de segurança que a maioria das pessoas procura ao andar com um capacete.

      Por outro lado, não é difícil ver por ai vídeos e fotos de pessoas com as cabeças abertas (literalmente), e um San Marino ou EBF todo estourado ao lado… Geralmente em uma moto de 125cc, que atinge uma velocidade muito inferior do que as velocidades das corridas que vemos na TV.

      A pergunta então é: Confiar no INMETRO, orgão responsável por certificar que o capacete atende a norma NBR 7471, ou confiar num capacete que tem estampado o selo de certificação D.O.T, ou nos capacetes listado na classificação de segurança da SHARP?

      Aqui no Motos Blog, eu defendo que o selo do INMETRO não vale nada, e que vale muito mais uma certificação da SHARP, que possui critérios muito mais rígidos e abrangentes na hora de avaliar um capacete.

      • Ben disse:

        (quanto ao e-mail de aprovação do comentário, já assino o blog via RSS).

        Eu só penso que a coisa tende a ser mais complicada do que geralmente se assume. Por exemplo, os caras das corridas, além de terem patrocínio, vão estar não só com um capacete de marca boa, mas com um capacete em boas condições. Já um cara que compra um EBF (mas não só o EBF ou os mais baratos, ainda que esses sejam mais comuns e logo mais provável disso ocorrer) pode nem saber conservar o capacete. Pode ter caído várias vezes, não ter riscado, e achado que não prejudica. Mas não é assim. Já li comentários nesse sentido no fórum, gente se gabando do capacete (de qualquer marca) já ter sido castigado, e “ainda estar bom”. Mas não dá para saber só olhando por fora.

        A reportagem da motorcyclist fala disso inclusive, além de outras coisas pouco conhecidas, como que a velocidade em que se está correndo praticamente não muda a velocidade da pessoa/capacete na hora do impacto, ou a força que ele tem que aguentar. O AGV do Valentino Rossi, que é o mesmo da linha de produção, é feito para aguentar míseros 50km/h, nada comparável às velocidades de corrida. Isso porque a queda em alta velocidade para frente, especialmente nas corridas ou na estrada, praticamente não conta; a queda e o impacto continuam sendo praticamente os mesmos que se a pessoas estivesse parada com a moto, e caísse de lado por algum motivo. Esse é o impacto principal em estradas e corridas. A diferença principal é que o capacete vai esfolar um bocado, diferentemente de uma queda com a moto parada, mas a reportagem diz que todos capacetes fechados (americanos, ao menos) são ótimos em proteger a cabeça disso.

        Segundo as pesquisas citadas, a maior parte dos acidentes fatais ou que causam mais dano, se deram em baixas velocidades, em zonas urbanas, perto de casa — isso mesmo se levando em consideração que os relatórios vieram de países com estradas sem limite de velocidade. Apesar das velocidades baixas, no meio da cidade tem bem mais quinas e outros possíveis obstáculos, e mais tipos possíveis de acidente.

        Mas chega de digressão, voltando a pergunta principal, que colocou. Eu devolvo com outra(s) perguntas. Será que existe só um padrão DOT, Snell, ou SHARP? Ou será que talvez não existiriam, para cada um desses selos, diferentes padrões, como um padrão mais “leve” para os que são exportados para o terceiro mundo? Propriedades diferenes para exportação eu sei que existem: marcas de capacetes com selo Snell, tem linhas diferentes para importar para a Europa, tem que ser “menos duros” para passar pelos critérios europeus. E talvez haja essas diferenças também em questão de qualidade. E outro detalhe; se você confia no DOT, está praticamente na verdade transferindo essa confiança ao inmetro, pois o selo DOT, diferentemente do selo Inmetro, não requer/implica na empresa ter que dar algumas unidades para um órgão independente averiguar a qualidade. É na base da confiança, o fabricante diz que o capacete satisfaz aquilo, e pode por o selo. Só vai ser questionado/revogado se houver alguma espécie de denúncia ou algo assim, e se averigue que não satisfaz as exigências. Os capacetes com selo DOT que chegam aqui possivelmente só tem amostragens passando por testes do Inmetro, não tendo sido testados para receber esse selo por lá. O mesmo não acontece com o Snell, de qualquer forma, esses tem que passar por teste lá. Mas o Snell é o mais criticado nessa reportagem que eu citei (e numa reportagem mais recente do New York Times), e rejeitado pelo ECE europeu.

        Mas essas perguntas são mais “retóricas” do que de verdade, ainda que eu não saiba a resposta (mas não deve ser difícil achar, não precisa responder). Meu ponto é só que as coisas são mais complicadas. Acharia legal se mais gente, principalmente esses que mais questionam o inmetro, fizessem isso que fiz, de mandar sugestões de reportagem para as emissoras, ou mesmo algo ainda mais efetivo, sei lá. Afinal, se estamos mesmo tendo como aprovados capacetes porcarias, isso tem que ser mais conhecido, e temos que reclamar desses padrões que exigem.

        Ainda relacionado:

        “Diferença no preço, mas não na segurança

        Os capacetes de moto vendidos no Brasil, mesmo os mais caros, protegem o motociclista menos do que deveriam. [...]”

        http://www.proteste.org.br/equipamentos-e-pecas/diferenca-no-preco-mas-nao-na-seguranca-s442911.htm

        Mas é só uma chamada para a matéria, que não é de acesso aberto. Eu achei um pouco num cache do google, mas não é muito detalhado os testes que fizeram. Eu suspeito, pelo que li na reportagem da motorcyclist, que talvez não seja tão ruim quanto parece, e talvez praticamente o contrário, que seja melhor ter capacetes que aquentam melhor a impactos mais leves (que são a maioria dos impactos mais graves). Outra matéria na mesma edição ainda dizia que o carro Fox, propagandeado como “mais seguro da categoria”, é menos seguro no Brasil do que em outros países…

        • Ben disse:

          Putz, me desculpa o tamanho dos comentários. Eu juro que quando estou escrevendo, nem percebo que estão tão grandes! Só me dei conta na hora que cliquei em “enviar”. Achava que era no máximo a metade disso!

          • Luana disse:

            Ben, qual capacete vc tem? acho que li em algum dos seus comentários, mas agora não consigo achar.. rsss
            A questão não é apenas a queda em si, mas o conforto que um capacete de “melhor” marca proporciona, se vc colocar lado a lado um ebf e um shark não é necessário nenhum teste do immetro pra confirmar o que esta na cara, o acabamento é melhor o que torna o capacete mais confortável, a viseira é infinitamente mais segura, temos travas de segurança para quem anda em alta velocidade, então é visível a qualidade superior e não precisamos do immetro para aprovar isso.
            Se eu vejo uma pessoa em uma Rórnet, R1, xt660 usando um ebf ou similar, eu penso na hora, é ladrão, posso estar errada, mas é essa a impressão que passa, pq se o cara tem dinheiro pra comprar uma moto de 30 mil o mínimo que se espera é que ele compre um capacete de R$ 600,00. E te garanto que não sou só eu quem pensa assim.
            Eu ando com uma moto de 110cc posso cair em baixa velocidade e provavelmente um ebf daria conta do recado, mas talvez ele não daria conta do carro que me atropelaria em seguida quando eu estivesse caída no asfalto, então se eu posso proteger minha cabeça com alguma coisa que seja com algo mais confiável.
            Eu sempre coloco um exemplo nesse caso de capacete, vc só pode ter um seguro de automóvel, isso pq você não pode ter lucro em caso de perda do veiculo, mas seguro de vida vc pode ter quantos quiser, isso pq a vida não tem preço, então se minha vida não tem preço eu prefiro comprar o melhor capacete que meu dinheiro puder pagar.

            Abraços! :)

  12. micheli gustman disse:

    Quero parabenizar a Luana que alem de muito Linda!! fez este artigo sobre capacetes quando ganhei minha biz juntamente com ela veio de brinde um capacete aberto HGF usei ele e quando fui fazer a revisão dos mil KM perguntei o preço dele e custava 39 reais ai pensei comigo como um capacete de 39 reais pode ser bom la mesmo eu comprei outro LS2 por 359 reais que vi a matéria sobre ele aqui no seu blog e achei muito legal

  13. carol disse:

    Olá, parabéns pelo post Luana, muito interessante, fiquei contente porque, por mais imensa que seja a internet, quase não se acha nada que fale sobre capacetes para mulheres…
    Tenho um LS2, vou deixar minhas observações,
    Fosco(realmente se eu soubesse que ele iria ficar tão feio, não teria comprado, é que no dia não tinha o modelo Caos vermelho).
    Meu número é até menos que 54, ele é 54 e com menos de 1 ano de uso já esta frouxo.
    E o casco dele é tão grande, que fica enorme na minha cabeça simplesmente ridículo (não experimentei antes, comprei pela internet, pq na minha cidade, o melhorzinho q tinha para comprar era o peels)
    Os detalhes da parte de baixo do forro, onde no shark é de couro, nele é um material horrivel, que ja esta descascado todo.
    Outro fator é o peso, ele tem 1.700kg, algo que já esta me dando dores no pescoço, por ainda ser garupa, eu tenho o habito de ficar inclinada para poder enchergar o transito. Só comecei a ficar chateada com ele depois das dores no pescoço.

    Eu gostaria muito se você pudesse postar algo mais sobre capacetes leves e com cascos pequenos para mulheres, tenho procurado, mas esta difícil.

    Sobre tamanho pequeno, achei algo sobre o Icon que tem bastante modelos xxxs, xxs, mas ele é novo no mercado e nem sei se vende no brasil (tambem não sei se o casco é pequeno, que nem no meu ls2 o casco é enorme e o enchimento interno q faz ele ser 54).

    Sobre leveza, achei sobre o Marushin, com 1100kg (alguns modelos dele tem 5 estrelas, nas normas européias Sharp).

    No mais é só, abraço!

  14. Luana K disse:

    Tava muito em dúvida em relação ao capacete, tanto pela cor/modelo, quanto pela marca… meu marido sempre fala muito bem da SHARK, e depois de ler esse blog eu realmente me decidí. Não só por causa da qualidade (que se leva muito em conta, ainda mais pra andar em uma Bandit) mas tbm pq eles tem uns modelos femininos muito bonitos.
    Só queria muuuuuito saber onde eu encontro pra comprar esse modelo que vc citou, O SHARK S800 FANTASY, pq eu procurei muito e não conseguí achar esse modelo marrom com vermelho que vc mostrou… Se souber me avisa!!

  15. Sory disse:

    Oi pessoal, ganhei do meu namorado meu primeiro capacete e ele é da marca VAZ. Gostei muito do acabamento (conhecimentos limitados), mas ainda não usei.
    O modelo é V10, segue o site: http://www.vaz.com.br/capacetes/capacetes.php?id=56
    Custou R$ 110,00. Será que não é muito bom???
    Bjs

  16. Wilton Portugal disse:

    Caraca, Daniel!
    A Luana falou na proteção que o capacete dá ao rosto, depois assisti ao vídeo que você indicou no link.
    Na saída do Shopping, com uma CEBÊ 300, tinha areia no asfalto e era uma pequena lombada, num pequeno mas fechado “S”. Deitei pra direita e quando voltei e deitei pra esquerda, encontrei a areia. Parecia quando inicia uma chuva e que o piso ainda não foi “lavado”, deixando solta a sujeira e escorregadia demais. Não deu outra: chão.
    Deixei a moto seguir só, me aprumando para rolar ou deslizar. Estava equipado. Mas a danada segurou meu tornozelo e me bateu no chão como numa chicotada.
    Caí de cara no asfalto. Fora a tontura pelo “direto” que recebi no queixo, não tive nada.
    O susto foi quando vi o estrago no capacete. Não fosse por ele estaria sem um lado da face, idem para os dentes.
    Acabou o capacete bem no lado esquerdo do rosto, 4 a 6 centímetros do lado do queixo.
    Pior é que tem muito motoqueiro (que não é motociclista) que lê suas recomendações para usar equipamento e acha graça.
    Já conversei com um que estava com braço e cabeça cheios de pontos porque estava usando o capacete… pendurado no braço… Além de não o proteger, ainda lhe quebrou o braço.

    Obrigado a você e a Luana pelas dicas.
    Boa e segura pilotagem para todos.

  17. Odete disse:

    Tenho muita dúvidas na hora de comprar acessórios para motos, gosto daqueles capacetes bem estilosos, mas não sei se uma mulher pode usar qualquer modelo ou se alguns são restritos só para homens. As luvas também, tem diferença ou posso comprar qualquer luva? Caso seja possível esclarecerem minha dúvida ficarei muito grata.



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