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No sábado retrasado eu caí com a moto. Esta não foi a primeira vez que caí e certamente não será a última. Assim como das outras vezes, desta vez eu não me machuquei também, grande parte graças aos equipamentos que eu estava usando.

O tombo não foi muito grande. Eu já estava lento no instante que caí, mas ainda assim poderia ter me machucado mais seriamente.

SuperMotard Caindo

Eu vinha com minha Falcon a uns 70 km/h mais ou menos, estava chegando a uma curva fechada de 180 graus, um retorno a esquerda. Tinha um carro que eu queria ultrapassar antes de fazer a curva, e assim fiz. Quando eu cheguei na curva, eu ainda estava a uns 40 km/h, mas a curva era bem pequena e fechada, e (não sei o que me deu) tentei fazer a curva deslizando a roda traseira, como nas motos SuperMotard… A curva foi linda até a metade, quando começou a segunda metade, a roda traseira saiu demais, e eu estava acelerando, então já viu né? A moto deu quase um 180 e me cuspiu longe.

Eu caí com o ombro direito no chão, rolei umas 4 vezes até parar. Imediatamente levantei e fui até a moto, que ainda estava ligada. Empurrei para o canto da pista e liberei a passagem para os carros, então parei para avaliar a situação.

Senti que bati o joelho enquanto rolava, e a mão direita também. Mas não havia cortes nem escoriações, apenas um pequeno furo na mão. O maior impacto foi mesmo no ombro direito e na cabeça. Eu estava usando a minha Jaqueta com proteções e o meu capacete novo (que agora não é mais novo), e por isso nada sofri.

Na moto, entortou guidão, ralou a carenagem do farol e um pedacinho do pára-lama, ralou o protetor do escapamento e o pisca dianteiro direito bateu na asa do tanque e fez um pequeno ralado na pintura fosca. O Bauleto saiu da base quando a moto caiu. Também ralou atrás do espelho direito, mas não quebrou.

Quando cheguei em casa, eu percebi que meu joelho estava um pouco inchado, mas coloquei gelo e o inchaço diminuiu, mas fiquei 1 dia sem poder encostar ele em nada.

Consertei os estragos na moto na mesma semana. O Guidão eu desentortei usando uma outra barra de ferro, afinal ele havia entortado bem pouco. O protetor do escapamento pode ser trocado facilmente, mas eu resolvi deixar como está, pois eu vou colocar o Coyote novamente este fim de semana. O espelho eu pintei, o pára-lama e o bauleto eu vou deixar do jeito que está, pois o raladinho nem aparece. A carenagem do farol eu já troquei por uma nova.

Conclusão: Eu só machuquei nos lugares que não estavam protegidos (pernas e mão). O pior é que eu tenho luvas e calça com proteção, mas não estava usando. Reconheço que a calça é meio incomoda mesmo e ficar tirando e colocando ela o tempo todo é difícil. Mas as luvas foram vacilo mesmo. Eu deveria estar usando. Agora não saio mais sem elas.

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12 comentários para “A importância dos equipamentos de proteção”

  1. 1
    hiran diz:

    nessas horas q vc vê q pagou bem nas proteções e nem tem do q reclamar!!!

    se cuida aí…

    abraxxx

  2. 2
    Fernando Maia diz:

    Completei meus primeiros 6 meses de moto e ainda não caí. Aliás, espero que isso nunca aconteça! =)
    Quando comprei o capacete já peguei um par de luvas boas, mas confesso que ainda não comprei uma jaqueta com proteções.

    Abraços e parabéns pelos textos!
    Fernando

  3. 3
    Daniel Ribeiro diz:

    Obrigado pela visita Fernando. Cair é normal, acontece com todo mundo uma hora ou outra. Mas você não deve temer este momento. Deve estar preparado quando acontecer, para minimizar os danos. Quando puder, compre uma boa jaqueta. Acredito que ela seja o acessório mais importante depois do capacete. Até mais.

  4. 4
    Marcelo diz:

    Primeiro, espero que além de não se machucar, o tombo tenha feito poucos estragos na sua moto.
    Após um longo tempo sem moto, optei por uma moto como veiculo de transporte diário até o trabalho (100km/dia).
    Na sua opinião quais serias os equipamentos de segurança ideiais? Tipos e caracteristicas? Seria um bom assunto para um post.

    Forte abraço,
    Marcelo

  5. 5
    Rafael Viegas diz:

    Que loucura… ainda bem que não houve danos físicos mais graves… da próximas vez… fique atrás do carro e passe ele depois :-)

    Pois brincar de supermotard não foi uma boa idéia… hehehe

    Abraço e quando quiser visite

    http://www.axiologico.blogspot.com e
    http://www.motoscustom.com.br

    Valeu

  6. 6
    Luciano diz:

    Desculpa, mas vc falou várias vezes da curva de ‘180°’. Gostaria de lembrar apenas que 180 é um ângulo raso, ou seja, não há curva: trata-se de uma reta ¬¬¬

  7. 7
    Daniel Ribeiro diz:

    Bom, a maioria entendeu, mas só para deixar claro, uma curva de 180 graus é quando você está indo em um sentido, dai, dá MEIA VOLTA (180 graus), e volta no sentido oposto.
    Foi o que aconteceu comigo. Um pequeno retorno em uma rua de mão dupla que tem um canteiro dividindo das mãos… Fui fazer o retorno, ou seja, trocar de mão, quando caí.

  8. 8
    Paulo Benavides diz:

    Quando se faz um retorno, dando meia-volta, o ângulo é de 360°.

  9. 9
    Daniel Ribeiro diz:

    Ok Paulo… Até mais.

  10. 10
    Francisco Gamarra diz:

    Com relação ao comentário do Paulo Benavides
    Retorno de 360º seria se fosse de volta inteira, e não de meia-volta,
    ou seja, se ele tivesse virado, dado uma volta completa e continuasse indo na mesma direção (0 horas - 0 horas).
    Um de 180º é exatamente como o colega explicou, virar exatamente no sentido oposto (0 horas - 6 horas).
    Só pra ficar claro pra todos.

  11. 11
    Daniel Ribeiro diz:

    Pois é Francisco, eu tentei explicar pra ele, mas ele insistiu nisso, então eu simplesmente deixei pra lá. Acho que todos entendemos como foi o meu tombo. Hehehe

    T+

  12. 12
    Vinicius Barbeta diz:

    Comprei minha moto a pouco tempo, ainda nao comprei todos os equipamentos necessarios, bom pelo oq eu andei lendo uma boa gama de equipamentos te salvam de umas raladas.
    O que ando procurando são botas, se alguem tiver alguma dica. Quem possam ser usada para uso casual, tinha peensado naquelas da oakley que são impermeaveis.

    Abracaooo

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