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Nova Suzuki Burgman 400 2010

10 junho 2009 Escrito por 41 comentários

A Suzuki lançou no Brasil o modelo 2010 da Big-Scooter Burgman 400. E ela tem muitas novidades!

Burgman 400 2010

Burgman 400 2010



A Burgman 400 é um dos três modelos de big scooter vendidos no Brasil. Os outros são o Piaggio MP3 e a Suzuki Burgman 650 Executive. Em 2010, a versão 400 recebeu algumas modificações, tanto na parte estética, quanto na mecânica.

Começando pela mecânica, o motor, que era de 385cc, agora tem exatas 400cc. Foi modificado para atender as especificações da Promot 3 sem perder desempenho. Agora ele gera 34cv de potência a 7300 RPM, e 3.70 kgf.m de Torque a 5800 RPM. Ele é alimentado por Injeção Eletrônica de combustível. Outra modificação foi no tamanho da roda dianteira, que agora é de 14 polegadas e na roda traseira, que ainda tem 13 polegadas, porém com pneu de perfil mais largo.

Painel da Burgman 400 2010

Painel da Burgman 400 2010

O painel é bem completo, exibe as informações tradicionais, como velocidade, RPM e marcador de combustível, mas conta também com um instrumento que mede o consumo de combustível em tempo real, permitindo assim ao piloto dosar o acelerador para economizar gasolina. Muito útil!

Os freios dianteiros de duplo disco de 260mm mordido por pinça de duplo pistão. Não são mais combinados como no modelo anterior. No mais, a parte mecânica continua igual: Amortecedor traseiro com regulagem de pré-carga da mola e mesmo chassi.

Na parte estética, as principais mudanças foram: a remoção do sissy bar (aquele encosto para a garupa), as novas lentes de lanterna e piscas traseiros e a nova bolha, que agora está maior.

Burgman 400 2010

Burgman 400 2010

Eu tenho certa paixão por Scooters, e essa Burgman 400 sempre me encantou… Até hoje só não tive uma por não ter coragem de pagar os R$ 26.900 que a Suzuki pede… Não que não valha, mas por este valor, certamente não é o melhor custo-benefício. Mas é certamente uma ótima opção para quem quer conforto ao andar de Moto. Além do larguíssimo banco, ela conta com um bagageiro de 62 litros sob o mesmo (antes tinha 55 litros), ótimo paga levar toda a sua bagagem, ou guardar até 2 capacetes com muita folga. Além disso, possui outros compartimentos espalhados pela moto, permitindo levar ainda mais bagagem. É um prato cheio para quem quer viajar e não pretende exceder muito o limite de velocidade das rodovias.

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41 comentários

  1. Diney disse:

    Pena que é muito cara, mas é sonho de consumo, vamos esperar se outras marcas trazerem mais potentes por valores menores (isso no BR é quase impossivel) pois na europa existem varios modelos e marcas boas de scooters grandes, espero que venham logo para o brasil.

  2. Alex disse:

    Bah!!! Simplesmente lindo esse Burgman! Ai, como eu queria me dar um de Natal rs

    []s

    • Sérgio disse:

      O sonho virou pesadelo, não tive coragem de pagar, minha mulher me deu uma de presente e a moto não presta para andar. É bonita só para ficar estacionada. Aos 200Km a centralina de ingeção eletrônica queimou e a moto ficou 30 dias aguardando peça, pedi a troca da moto e me deram o concerto conforme o código do consumidor. Aceitei, não havia outro jeito.
      Agora com 4.500 km o cvt a sapata de tração se desfez e o cilindro metálico foi danificado. Com 4.500 km esta moto, definitivamente, não vale a pena o custo benfício. Estou com a obrigação de perder dinheiro consertando a moto e vou perder dinheiro vendendo esta péssima Scooter. Definitivamente o sonho virou pesadelo.

  3. Joao R disse:

    Parabens. Um ótimo artigo e uma boa moto sim, mas…
    “Até hoje só não tive uma por não ter coragem de pagar os R$ 26.900 que a Suzuki pede… Não que não valha, mas por este valor, certamente não é o melhor custo-benefício.”
    Companheiro, não vale, não. Na Europa estão vendendo essa moto por 6.000 EUR (R$ 15.500) e 6.400 EUR (R$ 16.500, modelo ABS), ja emplacada e com TODOS os impostos pagos (é destaco que lá a moto é importada). Resultado: um 75% de acrescimo por um produto 100% urbano que nem de perto chega ao conforto de um carro no mesmo patamar de preços. O que significa isso ??? Querido usuario consumista: Compre carro e continue pagando gasolina adulterada cara indo sozinho por uma estrada/marginal lotada e poluida :-((
    Faz 10 anos que ando de moto e tenho uma clara conclusão: Ja é hora de que o Governo e Fabricantes se afastem desse lindo pensamento folgado e ultrapassado de que moto “grande” é sonho de consumo de Carioca ou Paulista rico e pequena de motoquero danado. Saindo de Copenhague e escutando esses maravilhosos discursos oferecidos acho que é necessaria menos conversa barata populista para ganhar votos e mais soluções efetivas que envolvam o esforço coletivo de todo mundo. Ao que interessa: Burgman e opções similares, CLARO que SIM mas… não são (nem devem ser) caprichos sim um GRANDE POTENCIAL de negocio e interesse para o governo, fabricantes e população brasileira durante os próximos 10 anos (ou mais). Se eu fosse governo estaría pensando em soluções medioambientais que ao mesmo tempo simplifiquem o tránsito em cidades grandes (resumo: menos rodizio agresivo e mais incentivo fiscal para moto GRANDE e pequena). Se eu fosse fabricante não teria dúvida: Fábrica em Manaus (zona franca) rendendo ao 100% de produção com valores abaixo de R$ 10-15-20.000 (scooter) e R$ 20-25.000 Naked 600. Todo mundo sabe que isso NÃO irá detonar aos fabricantes de carros/motos e sim EQUILIBRAR as coisas (não só comercialmente, mas tambem ao nivel de poluição e qualidade no tránsito). O sucesso está garantido, agora veja bem, a vontade de trabalhar e fazer as coisas bem ja são outros 500. Este ano temos debate na super-TV e sinceiramente gostaria de escutar soluções efetivas (por exemplo, incentivos fiscais para o consumidor) a serem implantadas durante os próximos 4 anos e não a mesma conversa de sempre. Abçs…

    • Daniel Ribeiro disse:

      João, só existe uma coisa que muda os preços das motos em relação ao exterior, e se chama IMPOSTO.

      Qualquer preço que você ver la fora, coloca 70% em cima, e é o preço da moto aqui.

      Lá a moto custa 6000 EUR, que dá R$ 15.500. Com 70%, fica R$ 26350… Valor bem proximo dos R$ 26.900 que é o preço oficial.

      A formula vale para qualquer moto. Não dá pra comparar preço Brasil x Preço EUA ou Europa. Desde a Ninja 250 até a Varadero…

      • Sergio disse:

        Daniel
        Existem outras coisas que interferem no preço. Importador mau intencionado e desleau aos amantes da beleza e que confiam em propaganda paga na imprensa especializada. Isto custa caro e quando o consumidor se vê com um problema, a lei do consumidor e as cláusulas leoninas da garantia deixam você à deriva. Não vale o custo do investimento.

  4. Joao R disse:

    Caro Daniel,
    Obrigado pelos comentarios. Sem dúvida para moto importada pode, de fato, ser correta a “fórmula económica” que você diz, mas… acho importante todos nós levar em consideração alguns detalhes, como por exemplo, o por qué desse imposto tão alto, veja bem:

    1.- Para moto “Nacional popular”, existe uma iniciativa do governo de proteger o produto fabricado no pais colocando uma clara linha divisoria de valores entre “produto de cá e de lá” (até aí, daria para entender. Exemplo “popular”: Para qué comprar Honda VTR250 importada se tem um produto similar e tão bom como esse chamado Honda CB300R produzido no Brasil?? Resulta simples, claro e não acho necessario discutir agora se o imposto nacional brasileiro é mesmo assim mais caro do que o imposto nacional lá fora, tudo bem, cada pais com seu sistema de arrecadação e sua projeção de altos/baixos ao longo do tempo). Resumindo: Trazer um produto “popular” (até 400CC, seja scooter, trail, naked, etc…) de fora para “concorrer” com um nacional é puro e simples capricho, motivo pelo qual aceita-se um sistema protecionista de preços e do produto nacional. Ajudará ao pais, as empresas nacionais e ao mercado nacional, sempre que este seja competitivo e atualizado. Nesses momentos, podería até dizer que o nosso mercado popular de motos encontra-se num nivel aceitável-bom de oferta-demanda a onde o cliente poder escolher um produto de fabricação nacional do tipo que ele quiser/gostar sem ter que chorar muito pelo que acontece lá fora. A tendencia deve ser melhorar a qualidade no tempo.

    2.- Para produto “Nacionalizado” de media-alta cilindrada do tipo HHornet, YFazer-S2, etc…: quer dizer, produto fabricado/montado na zona FRANCA de Manaus (que ja vem com uma quantidade significativa de impostos issenta, mão de obra competitiva, parques industriais para fabricação/montagem de qualidade, etc…). Exemplo: esse tipo de moto “Nacionalizada” sai por R$ 33.000 enquanto lá fora custa R$ 19.000!!! (importada e ja com impostos inclusos). A minha pergunta é: ainda teremos de pensar que a diferença de 75% continua sendo responsabilidade do governo??? ;-))) Desculta mas… não concordo. A solução sería colocar este tipo de produto na faxa dos R$ 20-22K (que ficaria bem tranquilo para o mercado nacional) e mantivessem o importado em R$ 33K, aí sim que teria sentido (resultando a situação similar ao exemplo anterior com moto popular (1)). O fato é que neste patamar de moto media-alta, a oferta de motos (graças a deus) está começando a aparecer/existir, mas destaco, ainda começando, motivo pelo qual o produto de 20K encontra-se em 33K. O por qué desta situação ?? isso é algo que qualquer um pode entender lendo o próximo caso (3).

    3.- Para produtos de alta CC (importados, nacionais, etc…). Aqui a situação resulta ainda mais crítica e envolve uma pergunta de maior consideração e interesse: Pode alguem me dizer no setor de moto Racing, Naked-Streetfighter, Custom, Trail-off road e Touring quais são os produtos nacionais ou nacionalizados de alta CC (800-1800 CC) que “justifiquem a existencia” de um imposto dessas caraterísticas (70% como Daniel bem tem falado) na procura de uma política protecionista de preços e produtos “locais/nacionais” ??? Meu amigo, a resposta é simples: Nenhuma ou quasi nenhuma. Quasi todos os produtos deste patamar (alta CC) são importados, o que para começar NÃO justifica a necessidade de políticas protecionistas frente a um produto fabricado nacional (que “não existe” e caso existir algum dia, teria de virar um produto do caso (2) acima explicado, quer dizer, a preço europeio ou pela falta de concorrência saudável, um 5-15% acima :-))

    A minha conclusão e resumo é que agradeço ao fabricante de Hamamatsu por incorporar ao nosso portifolio uma excelente moto como resulta que é a Burgman (entre outras scooter de media-alta cilindrada). Continuo pensando que este tipo de produtos tem um grande potencial de venda no pais e devería ser de um claro interesse do governo e montadoras (em conjunto com o apoio do resto da população) a través de incentivos fiscais E… margins de venda algo mais prudentes e moderados. Isto só tem coisa boa para trazer para TODOS: Maiores vendas para o setor, incremento da produção e o sistema de fabricação baseado num produto competitivo, atualizado e de qualidade (nunca moto ultrapassada), melhor tránsito em cidade, menor poluição e indireitamente mais ganho para o governo através de um repasse de impostos moderado e constante.

    Pois é, para refletir.
    Abçs…

    • Daniel Ribeiro disse:

      João, existe sim uma prática abusiva por parte dos comerciantes, mas eu ainda acho que a maior parte dessa diferença de preços são os impostos.

      Basta olhar: O imposto de importação é 60%. Simples assim. Eu já fui algumas vezes ao Paraguai, e para entrar com mercadoria no Brasil, só pagando o imposto, que é de 50% para pessoas físicas e por via terrestre. Para pessoas jurídicas, é 60%.

      O imposto de importação da grande maioria dos itens (inclusive motos), é de 60%. Some-se ai os custos com frete e uns 20% do importador/lojista e pronto, estão formados os 70~75% da diferença entre os mercados.

      A “nacionalização” é uma piada de mal gosto. As motos chegam PRONTAS até Manaus, lá, elas recebem 3 pontos de solda no chassis e a pintura, e então podem estampar “Fabricada no Brasil”. Essa é a nossa legislação “protecionista”, onde uma marca vende 1 milhão de motos chinesas e tem uma fabrica com 100 funcionários, enquanto a outra precisa de 1200 funcionários para FABRICAR o mesmo número de motos em 1 ano.

      A verdade é que o governo do nosso país está moralmente falido. Ninguém governa no interesse do país. Se fosse assim, então as fábricas veriam potencial para realmente fabricar modelos de alta cilindrada internamente, e exporta-las para o resto do mundo. O Brasil é um grande importador. O que o Brasil produz não interessa a ninguém, e o que os outros produzem, nós compramos.

      Mas e qual é a solução? Eu, você, seu amigo, sua família, todos nós queremos motos boas. Vamos ter de esperar o Brasil melhorar para comprar? É mais fácil e mais rápido trabalhar duro para juntar o dinheiro e pagar o absurdo que elas custam… Ou ficar com as nacionais de até 300cc e se conformar com isso. Eu fico com a primeira opção. O Brasil não vai melhorar. Não em tempo hábil para eu me beneficiar disso.

    • Sergio disse:

      João
      Quando você escreveu este comentário não havia no mercado nacional nada igual ou similar à Bonitinha, porém ordinária, Burgman 400. A DAFRA derivada da SYM que também roda na Europa foi lançada este ano e pelo que posso perceber as Ching Ling estão chegando para brigar.

      O mercado de Scooter é diferente do mercado de outros modelos de motorcicleta no Brasil. Acompanho catálogo de Scooters que rdam na Europa desde 2007 e não comprei o modelo 2010 da Suzuki por considerar o preço e a prática do importador abusiva. Não havia concorrência e minha esposa me presenteou no dia dos pais em agosto de 2008.

      Não temos nada a agradecer à Suzuki ela tem mercado e marketing para vender o que os outros não têm. A honda vende o que quer os outros vão atrás, a Suzuki sai na frente com modelos chamativos belos, potentes, marketeiros a um custo que pague quem quizer.

      Só não é uma boa que seja Brasileira, seja Japoneza, seja Chinesa a motoneta tem que funcionar, ser bonita, charmoza e o que mais precisar. O custo pode ser definido pelo mercado mas a qualidade é responsabilidade do fabricante. A Suzuki não respeita o consumidor dâne-se caso o produto seja de baixa qualidade eu ponho no preço uns ajustes aqui e outros ali embutidos com sobra no preço e após a garantia o problema é do consumidor.

      Agora temos no mercado um modelo Chinês que pode concorrer, parabenizo a Dafra assim como a Sundown que muito antes de todas as Scooteres nacionalizadas lançou a Future que tenho até hoje, tem 24.000Km e contra muitos comentários que li eu só tenho a elogiar. Que contraste mas mercado é isso aí marketing paga pra se criar o que no cotidiano sentimos no bolso o prejuízo pelo desrespeito à baixa qualidade dos produtos disponibilizados para o consumo.

  5. Joao R disse:

    Caro Daniel,
    Grato pelos esclarecimentos tributarios. Eu pessoalmente continuo pensando que neste grande pais tem:

    - Um excelente potencial na próxima década (2010-2020) para bombar as vendas de motos, especialmente de media-alta CC com valores entre 18K e 30K Reais.
    - Uma grande condição de poder, não só montar mas especialmente fabricar produto com alta qualidade.

    Se você dar uma analizada nos últimos 5 anos (2004 ???) vocé perceverá que então quasi não tinha opções acessíveis (“montadas/nacionalizadas”) para oferecer ao mercado. Fora a Hornet carburada (que realmente era o modelo 2002 europeio com contagiro analógico), apenas tinha mais nada salvo pagar uma fortuna pelas importadas. Agora, no começo de 2010, você ja tem: Hornet/2007/ABS, Yamahas Fazer-S2 & MT3, familia Suzuki Bandit (naked-semi-Carenada, ainda não sei por que não focam na maravilhosa GSR-600 e continuam vendendo naked “confortavel e preguisosa” a preço de Streetfighter), Kawas Z750 & ER-6N!!!

    Justamente por ser um pais “emergente” enormemente consolidado (população numerosa e jovem, clima estável, espaços amplios para rodar, consumidor ativo e dinámico, custos de fabricação competitivos, etc…) são detalhes que me fazem acreditar que este é um lugar bom para por em prática a montagem e fabricação propria (ja incluindo motores “Flex”).

    PS: Aproveito para dizer que não coloquei como exemplo de modelos atuais a maravilhosa Street Triple 675 (para mim, do melhor em naked que existe no mercado mundial) e a brutale Monster 696 (quasi mesma coisa) porque os “folgados” do grupo que sustentam/comercializam/importam essas marcas neste pais ainda continuam pensando que fazer um negocio de “meia boca” (preço prevenda/manutenção postvenda) com elas, tendo 5 concessionarias espalhadas no pais (especialmente SP, RJ, PR) é mais do que suficiente: Erro Grave!!! (e o tempo irá dizendo frente a suas concorrentes Japonesas). Faz tempo que ja aprendi que ser representante/importador de truzentas marcas pode até ser bom para o importador mas não para o mercado que está pronto para entrar nesta nova década, e por isso que mando uma mensagem construtiva para esses 2 fabricantes (inglés, italiano) e respectivo importador (que por respeito nem coloco o nome dele): Se não preparar uma fábrica/montadora neste pais para facilitar a venda/preço assim como não dar facilidades para abrir lojas para venda/oficina salvo a través de um controle monopolizado num representante só, acredito que vai ficar bem complicado focar nas vendas da próxima década (e tenho certeza de que não será pela qualidade do produto). Em fim, para refletir.

    Abçs,

    • Sergio disse:

      João
      Agora você tocou num ponto chave, a manutenção post-venda. Temos as chinezas invadindo o mercado e cheias de problemas que acho que são criados pelos grandes fabricantes. Já tive Honda, Yamaha, Gareli, Sundown. Todas apresentaram problemas de manutenção decorrentes de atendimento post-venda, consegui resolver todos os problemas até hoje. De todas, com grande experiência de pesquisa em revistas especializadas. O custo benefício da Suzuki é a PIOR OPÇÃO.

  6. REINALDO COSTA disse:

    E por falar nisso estou pensando em trocar minha XY0660 por uma BMW 0650 (nacionalizada)será que estou fazendo a coisa certa?
    É frustrante pensar que ainda somos uma segunda categoria nesse país.

    • Sergio disse:

      Faça a opção se tiver um fornecedor de peças e mão de obra de confiança para manter a funcionalidade do produto a um custo satisfatório e respeito ao consumidor. Não deixe que seu investimento te dê prejuízo emocional e custo de reboque de onde estiver até a concessionária para ouvir que você não sabe usar o seu modelo super hiper bakana e sofisticado.

  7. Ivan disse:

    (Conteúdo editado)

  8. tonelli disse:

    Tem dias que quero ter uma… tem dias que não… E oí que a adolescencia já me foi há mais de 3 décadas

    • Sergio disse:

      Na adolescência comecei a trabalhar para comprar uma CG 125. Agora na aposentadoria ganhei uma BURGMAN 400, é amigo, velhice não tenho não, mas se quizer aproveitar a aposentadoria preciso escolher outro modelo que não me deixe na mão.

  9. Josinaldo disse:

    Também sou muito fã desse scooter. quando puder terei um.
    Gostei do debate saudavel sobre a realidade sobre os valores de preços dele e de outras motos ente o Joao R e o Daniel Ribeiro que me fez equilbrar a emoção e a razão e mostrar a realidade do nosso Brasil.

  10. edson disse:

    As observações do João são pertinentes. Se analisarmos e compararmos com o mercado europeu os preços das nossas motos até 250cc, constatar-se-a que pagamos menos que eles e também nossos produtos são muito bons, tanto que são exportados para o mercado europeu.
    Agora, motos maiores tem um salto de preço desproporcional ao aumento da cilindrada, pois sofrem uma tributação exagerada.
    O bom senso faz com que nos contentemos (ao menos eu)com o que é bom e tem preço justo.
    Havendo uma equidade tributária, certamente muitos não mais fariam o uso constante de seus carros e passariam a usar motos adequadas ao seus padrões e estilos de vida. Contribuindo assim para menor poluição ambiental e melhora no fluxo do trânsito quer urbano, quer rodoviário.
    Falta para o Brasil politicos motociclistas !

    • Sergio disse:

      Muitas coisas faltam no Brasil, respeito ao consumidor e fabricante oportunista que vende coisa bonita que não cumpre o que o marketing conquista. Propaganda, beleza, conforto, preço alto, status, e ruindade de conteúdo. É uma moto medíocre, pode ser elogiada pela maioria mas não há respeito do representante no brasil, ele alega que você utilizar uma moto para ir trabalhar é mau uso. Mau uso por ter comprado um produto de péssima qualidade.

  11. Edson disse:

    Tô quase comprando uma 0km, já cotei, experimentei, reservei, enchi o saco de meio mundo… putz … mais agora tô meio em cima do muro
    as vezes fico assim… pô mas é muita grana para um scooter, pelo preço dela fui experimentar uma HD Heritage custon 95 c/ 35000km novíssima, só que a vibra muito e é muuuuito grande e me faz sentir menos novo do que ainda sou… Mas a scooter é charmosa e gostosa… Vou chamar mamãe para ela puxar minha orelha e dizer ” Vê se cresce muleque ”

    rsrs

    • Daniel Ribeiro disse:

      Edson, se você gosta de HD pela história, pelo barato de se sentir no Easy Rider, então compre ela… Mas se vc pretende ter uma moto para usar, então fuja de HD. Compre uma moto Japonesa. Ainda mais se comparar uma HD usada com uma Japa nova.

      Quanto ao Burgman, é um excelente scooter. Pode comprar sem medo de se arrepender… Se você gosta do estilo, vai fundo.

      Eu não compraria, mas é justamente pelo mesmo receio que você… Com os 27 mil que cobram por uma B400 0Km, dá para comprar uma XJ6, uma ER-6n ou uma Bandit 650, uma Shadow 750 ou uma XT660R… São motos bem diferentes, mas para o meu tipo de uso, elas seriam melhores que a Burgman… A Burgman é melhor para viajar, cabe mais bagagem, é mais confortável e anda bem, mas para o uso diário, dependendo do seu trajeto, pode não ser a melhor opção.

      • Sergio disse:

        Daniel

        Suas palavras traduzem com grande realidade o que hoje me deixa entristecido pelo descaso do fabricante. Eles dizem que utilizar esta Belissima Escuter em ambiente urbano é “MAU USO”

        Reproduzo seu texto afirmando categoricamente, é a mais pura realidade sem nenhum tipo de enganação: “… A Burgman é melhor para viajar, cabe mais bagagem, é mais confortável e anda bem, mas para o uso diário, dependendo do seu trajeto, pode não ser a melhor opção…”

        Pena não ter lido isto e estar prezente durante a compra do prezente dos sonhos na concessionária representante do fabricante desonesto.

        • Daniel Ribeiro disse:

          O negócio é que esse meu conhecido tb usa a scooter diariamente. Na França a burgman 400 é mototaxi.
          eu realmente acho que deve ser um problema apenas com a sua moto, e não um problema geral.
          Se vc não gostou do atendimento da sua concessionaria, leve em outra. Se sua moto ainda estiver na garantia, qualquer concessionária tem que te atender de graça.

          Se não estiver mais na garantia, leve em um mecânico de confiança fora da concessionária, pois os mecanicos de concessionária, em geral, não são muito bons.

          • Sergio disse:

            Daniel

            A moto já saiu da garantia. O que me deixa chateado é que 4500Km para o defeito apresentado é muito pouco. Você sabe qual a km que as peças do CVT duram normalmente? Tenho certeza e já me disseram que é muito mais do que isto. O atendimento da concessionária não é o problema, o problema é que tecnicamente ninguém, nem a concessionária nem o fabricante querem me explicar o que pode ter ocorrido. É um descaso. Veja que eu vou pagar pelo conserto já recebi a negativa da fábrica de avaliar o problema. Pensei em tirar da concessionária mas acho que com a moto desmontada não será a melhor prática. Quanto aos mecânicos fora da concessionária está difícil conseguir um que tenha a parafernalha eletrônica necessária ao Scaneamento de defeitos da parte eletrônica existente no modelo.
            Grato

    • Sergio disse:

      Prezado tenho uma com 4500 km, de alegria só o prezente do dia dos pais. Não quebro na marreta porque não sou milionário chines. Se quizer negociar tiro o preço do concerto e te entrego pela diferença. Com tanque cheio pra você levar pra bem longe.

    • Sergio disse:

      Edson

      Sua mãe sabiamente lhe dirá: – Meu filho, cresça e apareça, esta Scooter é linda e todos vão olhar pra você com respeito. Eles Dirão que aquele cara, O MEU FILHO COM MUITO ORGULHO, está montado numa moto bonita. Não posso dizer andando, mas parado embelezando os estacionamentos e pátios de concessionárias, já explico abaixo o por que!

      Minha mãe, Deus a tenha, quando viva me disse: – Filho se você escolheu ter uma moto para lhe levar e trazer do trabalho quem sou eu para impedir? Rogo a proteção de todos os santos que acolhem os motorcilistas deste mundo para que travem o motor furem o pneu e não deixem que coisa pior lhe aconteça sem que antes sua mota apenas pare de funcionar. Com suadade de minha mãe lhe digo, caro Edson, emocionado agradeço a todos os santos que derreteram, com 4.500 km, o conjunto de tração do CVT da Burgman 400 eu só vou ter que comprar peças novas da motoneta e pagar os reparos, algo em torno de 10% do valor da moto. Moto linda, bonita e confortável, mas ordinária, estará pronta para eu continuar a sina de querer ser proprietário amante de Scooteres e acreditar no futuro das duas rodas como transporte urbano seguro e sustentável. Veja, e se numa dessas o santo falha e o problema é maior. Peço à minha mãe e a todos os santos que nos protejam, consumidores de produtos nacionalizados, de coisa pior. Iluminem a cabeça dos importadores e fabricantes de motonetas a respeitar a vida e o dinheiro alheio.

      • Sergio disse:

        Prezados leitores.

        Agradeço a paciência daqueles que leram integralmente minhas sinceras e sentidas respostas apresentadas acima e que não sejam sorteados com a baixa qualidade estatisticamente praticada pela SIZUKI JTA do Brasil.

  12. jefferson disse:

    daniel, que cara chato esse tal de sergio, mas deixando de lado, tenho interesse de comprar uma burgman 650 executive, mas como tenho tambem uma hornet, pretendo comprar um b 400, minha duvida e a seguinte, sera que da pra fazer viagem media de 350 km de ida e mais de volta? porque apaixonado por scooter,minha esposa tem uma jonny 50cc e esta muito feliz com a scooterzinha, acho que e problema desse sergio foi ter sido azar, divide no cartao em 12x e paga 250 por mes e vai aproveitar a moto ao invez de ficar reclamando, vai ficar muito mais interessante para ele. mande respostas por favor daniel. abracos e parabens pelo blog, muito util…

    • Daniel Ribeiro disse:

      Jefferson, a Burgman 400 é excelente para viajar. Extremamente confortável. A 650 é melhor ainda! hehehehe

      T+

      • jefferson disse:

        obrigado pela resposta , muito rapido por sinal, sempre que tiver algo sobre burgman , se voce puder enviar ou blogar , tipo viagens de alguem comentando etc… vou te agradecer para tomar esta decisao …

        valeu abracos…

        • Sergio disse:

          Jeferson, ela foi construída pra isso, te levar e trazer os 350 Km a uma velocidade cruzeiro com segurança e conforto. Sua esposa, diga-se de passagem, vai adorar os passeios. A motoneta B400 é boa pro piloto e pra passageira.

          Seja feliz, faço votos de que se comprar a sua 650 ou 400 ela te dará muitas alegrias e você poderá observar o odômetro e contabilizar histórias das viagens. Concordo plenamente com o Daniel. A 400 para a estrada é uma maravilha a 650 então nem se fala. Fiz orçamento para trocar a 400 problemática pela 650, quase concluí o negócio, vale a pena se considerar a opinião dos apaixonados por Scooter, como eu, compraria com o mesmo entusiasmo e vontade de ter o objeto de desejo que sempre sonhei.

          Fiquei sabendo que a Honda está para lançar uma 750 pro lado de cá. Não sei se procede porque a Honda não costuma divulgar o que vai fazer com antecedência, ela faz. E por falar em Honda, comprei uma Lead 110 porque a Sundown (Fabricante) quebrou e a Future com 25.000 Km e 5(cinco) anos de uso sem dor de cabeça não é eterna. E SUZUKI, amigos, já tenho uma, é o bastante.

          Desculpe se ando chateando por aqui. Mas fui realista e coloquei os fatos como eles ocorreram. Não fico lastimando o leite derramado. Já paguei à vista e estou aguardando a peça, mais mais de um Mês com a moto maravilhosa, excelente aquisição para viajar, parada na concessionária. Ainda bem que tenho uma Future da Sundwon para me carregar pro trabalho e ganhar o troco suado para pagar a peça e a Lead 110. Não sou mototáxista nem menos afortunado que os franceses, mas, adoro andar de motoneta (scooter)para trabalhar e viajar.

          • jefferson disse:

            caro sergio, parabens pela resposta e assim que se fala , quando falei, em meu comentario nao foi pra lhe agredir , mas sim para voce se animar e sim fazer o que mais gostamos que e passear ou viajar de moto, nos somos tao apaixonados, que eu por exemplo teve tempo de eu ter 3 motos e nenhum carro para andar, temos tanto estresse no trabalho (eu acho que voce tambem) que quando temos oportunidade temos que aproveitar o maximo nosso curto tempo para nos divertir, ajeite sua moto e va curti-la , acho que vou comprar a b 400 ,pois tenho uma outra moto grande tambem, mas fico so em duvida se ela realmente aguenta pois e um cilindro apenas, quaisquer outra informacao que tenha pode mandar , valeu…

            ps. sou de pernambuco e vc ? se desse um dia andamos juntos com nossas burgmans.

  13. jefferson disse:

    gostaria de saber , se esse problema da transmissao embreagem, mais correia vejo que e o unico problema de serie que a b 400 possui , alguem pode comentar isto,,,

    • Sergio disse:

      Jeferson

      Descobri que o problema só ocorre com o uso urbano sob trânsito pesado.
      Vou estudar mais o assunto e sugerir mudanças no conjunto do CVT e com a ajuda de um especialista pode ser que esta pegadinha seja resolvida.

      A JT representante da fábrica só responde que eu não tenho direito a garantia. Lembra-se da musiquinha “Tô nem aí, Tô nem aí”. Lembra-se do Henry Ford? — Se queiser um Ford 29, tudo bem, desde que seja preto.

  14. Leo disse:

    Eeeita post comprido, Abre outro…rs

    Tive duas motos Uma CBR1000F 1991 Japa (com kit Senna) e depois de um único e decisivo acidente fiz a promessa de nunca mais comprar/usar moto. Afinal me fez “mal pra saúde” kkkkk

    Brincadeiras à parte…e nos dias atuais, que a gasolina bate os R$ 3,00, impostos caros, transito penoso… acabei me rendendo e comprando outra moto, quer dizer uma Scooter Honda Lead 110! Acho que não quebrei a promessa!

    Estou muito satisfeito com o Lead. Mesmo pegando um lote com oss defeitos:
    1) Ruído de “ferro batendo/peça solta” no sistema de freio dianteiro.
    1.1 Estou pressionando a concessionária para trocar o sistema completo.

    2) Independente de motor frio ou quente o motor não liga sem “acelerar”.
    2.1 Foi constatado e comprovado que trata-se da mola do descompressor com problema, a garantia substituirá a mesma e trocara todas as peças internas envolvidas na montagem e desmontagem do motor.

    Enfim, como a Honda não tem nada previsto sobre Scooter de maior cilindrada para o Brasil, fico tentado a adquirir uma Burgman 400.

    Alguem tem informação sobre:

    1) Consumo Real na cidade e estrada (tocada macia);
    2) Performance do motor com passageiro e bagagem básica, SE anda “folgado” a 110km/h, SE tem retomada para ultrapassar um caminhao etc…
    3) EVENTUALMENTE posso fazer uma viagem a São Paulo, Argentina (Terra do Fogo), enfim…fazer turismo de moto com o conforto de uma Scooter.

    Abraço a todos!

    Leo

    • Sergio disse:

      Leo, vamos lá:

      1) Consumo Real na cidade e estrada (tocada macia);
      15 Km/l cidade
      23 km/l estrada

      2) Performance do motor com passageiro e bagagem básica, SE anda “folgado” a 110km/h, SE tem retomada para ultrapassar um caminhao etc…
      Performance eficiente, tem potencia de sobra para andar acima de 110 até 140 km/h, com passageiro e bagagem básica de aproximadamente 180kg.
      Retomada? Ohhh, tem de sobra pro caminhão, dá pra superar carro 1.000 na subida, sem problema.

      3) EVENTUALMENTE posso fazer uma viagem a São Paulo, Argentina (Terra do Fogo), enfim…fazer turismo de moto com o conforto de uma Scooter.

      Elas são próprias para viajar, mas, daí a te dizer que você vai à Terra do Fogo, Argentina, depende de você. A motoneta, se não der problema, vai e volta, ela adora uma estrada.

      Saudações.

  15. Leo disse:

    Antes que eu esqueça!

    O site http://www.testedos100dias.com.br/lead110 constatou o mesmos defeitos que eu e ainda acharam outro! Um parafuso que veio solto de fábrica, dentro do painel frontal.

    Boa sorte a todos.

    Leo

    • Sergio disse:

      Constatei que a Burgman não é boa para o trânsito urgano e adquiri uma Lead 110. Minha Future da Sundwon tem 5 anos sem problema e está na hora de descansar. Scooter de baixa cilindrada não aguenta estrada.



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