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Escapar do trânsito com efetividade – Andar de moto com conforto, segurança e economia

O trânsito caótico dos grandes centros está cada vez pior. A cada dia, mais e mais carros, caminhões, Motos e ônibus entram em circulação, piorando exponencialmente a situação. É comum em São Paulo, por exemplo, levar mais do que uma hora para percorrer um pequeno trajeto urbano. A situação piora para quem tem que percorrer longas distâncias ou cruzar a cidade. O resultado disso é gasto de combustível excessivo, desgaste do carro com o “anda-e-pára”, e o pior: Seu nível de estresse aumenta, sem tempo diminui e sua qualidade de vida fica no segundo plano.

Cruzamento em São Paulo

Cruzamento em São Paulo

Atualmente, muitas pessoas estão optando pela Moto para realizar seus deslocamentos diários. A frota de motos no Brasil tem crescido mais do que a de carros, o que significa que o sucesso deste veículo tem sido satisfatório e tem agradado a quem se deu a chance de entrar para este mundo novo.

Antes de tudo, devo alertar que não se deve generalizar em relação aos Motociclistas. A maioria esmagadora dos motoqueiros que vemos pelas ruas não sabe andar de moto! E isso não significa que eles não sabem manusear a Motocicleta, mas significa que não sabem se comportar e nem se proteger com os EPIs (equipamentos de proteção individual) adequadamente, comprometendo assim a sua segurança individual.

Como NÃO andar de moto

Como NÃO andar de moto

Como NÃO andar de moto

Como NÃO andar de moto

A moto, por definição é “um veículo motorizado de duas rodas capaz de desenvolver velocidade de cruzeiro com segurança”. Significa que é perfeitamente seguro andar de moto, desde que os ocupantes estejam devidamente protegidos e o condutor pilote respeitando as leis, as outras pessoas e a sua própria motocicleta.

É perfeitamente possível usar uma moto para fazer os trajetos do dia-a-dia, aproveitando a economia que só uma moto pode proporcionar, sem abrir mão da segurança e do conforto. Uma moto de 250cc pode fazer até 30 km com 1 litro de gasolina. Além disso, por ser menor, é muito mais fácil arrumar lugar para estacionar, pode trafegar entre os carros parados, o que certamente é um diferencial e te fará chegar mais cedo ao seu destino.

O equipamento necessário para usar com a moto pode ser caro, porém, ele é o que garante que você terá segurança e conforto ao pilotar a moto. Eu costumo dizer que a moto representa apenas 2/3 do custo total, e que você deve estar preparado para comprar todo o equipamento no mesmo momento em que for comprar a moto.

Este equipamento consiste de:

  • Um bom Capacete
    Capacete

    Capacete


    Um bom capacete está muito além do selo do Inmetro. Um bom capacete deve ser confortável, não pode forçar o nariz nem o queixo. Deve cobrir do topo da sua cabeça até um pouco abaixo do seu queixo. Deve ter entradas de ar (que podem ser abertas e fechadas a vontade do usuário). Deve ter também uma boa viseira, com acrílico de pelo menos 2 mm de espessura, com tratamento anti-risco e anti-embassante. Evite os modelos “coquinho” ou “peruzinho”, que são abertos e não tem viseira, ou ainda os que têm a viseira mas não tem queixo, pois eles não protegem o seu rosto.
  • Uma jaqueta impermeável com proteções
    Jaqueta Impermeável com proteções

    Jaqueta Impermeável com proteções


    Uma boa jaqueta para uso diário deve ser feita de material impermeável, que resiste a chuva e não vai te molhar e nem a roupa que estará usando por baixo dela. Além disso, ela deve ter proteções nos ombros e cotovelos. Algumas também tem proteções nas costas, o que certamente é um diferencial. Prefira as que tem pelo menos os bolsos laterais na altura das mãos, pois fazem falta para guardar as chaves da moto. Procure saber também se ela possui pelo menos um bolso interno, para que possa guardar suas coisas que são sensíveis a água. Algumas jaquetas possuem a forração interna removível, sendo assim, em um dia de calor você pode remover esta forração e usar a jaqueta sem esquentar, apenas te protegendo, enquanto que em um dia de frio, você coloca a forração e fica protegido do frio também.
  • Uma calça impermeável com proteções
    Calça Impermeável

    Calça Impermeável


    Assim como a jaqueta, a calça deve ser feita de material impermeável e com proteções nos joelhos. Bolsos na calça são dispensáveis. Prefira sempre uma calça da mesma marca da jaqueta, pois normalmente existe um zipper nas duas peças, que serve para uni-las e torna-las um único macacão, que fica muito legal para andar mais rápido ou para encarar alguma viagem.
  • Um par de luvas impermeáveis
    Luva Impermeável

    Luva Impermeável


    Um par de Luvas é necessário para proteger suas mãos e para evitar que o vento gerado pelo movimento da moto entre pelas mangas, inflando assim a Jaqueta e aumentando a resistência do ar. Prefira os modelos impermeáveis.
  • Um par de botas impermeáveis
    Botas Impermeáveis

    Botas Impermeáveis


    As botas protegem seus pés e canelas contra tombos e contra a chuva. São importantíssimas. Invista em um bom par de botas.
  • Um Bauleto
    Moto com bauleto

    Moto com bauleto


    O bauleto é aquele pequeno baú fixado no bagageiro da moto. Normalmente nem o bagageiro e nem o bauleto vem junto com a moto e você deve comprar separadamente. Algumas concessionárias fazem promoções para a aquisição das motos, dando o bauleto de brinde. Ele é extremamente útil, pois enquanto você está andando com a moto, nele ficam a sua mochila e seu sapato, e enquanto a moto está estacionada, ficam nele o capacete e suas roupas de moto. Para isso, prefira um bauleto com 45 litros de capacidade, pois nos menores não cabem tudo e certamente você terá que ficar carregando algumas das peças de roupa por ai.

Você dificilmente conhece alguém que anda com tudo isso, mas provavelmente conhece alguém que já se feriu gravemente numa moto. Ai está o motivo.

O jeito certo de andar de moto

O jeito certo de andar de moto

Use sempre a Jaqueta, a Calça e as Luvas próprias para uso em moto. Além de te proteger, eles evitam que suas roupas cheguem sujas, amassadas ou com cheiro de poluição. Na moto, a poluição do ar vai toda para a sua roupa, então, que seja na roupa que você usa apenas na moto, e não na roupa que vai usar dentro do escritório, não é mesmo?

Usar a moto para ir e voltar do trabalho, da faculdade, ou de qualquer outro lugar pode significar muito mais tempo livre e muito menos dinheiro gasto. Algumas motos conseguem andar até 40 km com um litro de gasolina, informe-se sobre os tipos de moto mais indicados para o seu uso! Comente aqui no Blog e eu te ajudo a escolher!

Se você ficou interessado, entre para uma moto-escola, e faça a sua carteira nacional de habilitação (CNH), categoria “A” (para motos). Depois, procure uma boa moto para começar. As melhores são as de 250cc, pois não são nem muito fracas para as rodovias, nem muito fortes a ponto de exigir experiência demais do piloto.

E não deixe de visitar sempre o Motos Blog e contar como está sendo a sua experiência com a moto!

Este texto está participando da Promoção de Verão do Efetividade.net. Se você tem um blog sobre qualquer tema, participe também! www.Efetividade.net

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54 comentários

  1. Calvin disse:

    Excelente artigo ! Realmente depois que deixei o carro pra rodar somente com a moto, meu stress está sempre sob controle.

    Felizmente tive a oportunidade de comprar todos os equipamentos citados e acho que pilotar equipado é realmente necessário. Uma pena que os preços de bons equipamentos sejam proibitivos aqui no país dos impostos, pois senão uma grande parte de nossos amigos motociclistas estariam rodando com maior segurança também.

  2. Alisson disse:

    No Brasil ainda é inviável andar com todos esses equipamentos, mas uma calça jeans, um sapato com boa fixação aos pés, uma jaqueta(jeans ou dessas impermeáveis citadas na reportagem) e um par de luvas simples, já eliminaria muitos problemas advindos de acidentes de motos. Sendo que o principal, na minha opinião, é respeitar os limites de velocidade. Em grandes centros urbanos motocicletas não devem passar de 60km/h, pois existem todo o tipo de motoristas, motociclistas, ciclistas, pedestres, circulando pelas ruas, o que expões o motociclista a situações completamente imprevisíveis e difíceis de se esquivar a uma velocidade superior a 60km/h.

    ALISSON
    POLICIAL RODOVIÁRIO FEDERAL E MOTOCICLISTA HÁ MAIS DE 8 ANOS.

  3. André Coelho disse:

    Excelente artigo!!!

    Sou sempre alvo de zombarias de colegas do trabalho pois ando todo equipado e piloto uma suzuki YES. Como se quem pilotasse 125cc não se machucasse!

    Acho que a questão dos preços dos EPI’s é realmente de extrema importância mas acredito muito mais no PLANEJAMENTO. Acredito que 99% dos novos compradores de motocicletas não levam em consideração a qualidade de um capacete, uma jaqueta ou uma luva. O importante é guardar o din din para pegar uma 600!!.

    Quando comecei a imaginar a compra da minha motoca também levei em conta os meu equipamentos. Dos citados acima ainda falta a calça específica e o baú (apesar de eu sempre carregar uma mochila das boas comigo). Quando peguei a moto na concessionária eu já tinha o capacete, roupa de chuva e já guardava o dinheiro para a jaqueta com proteções especiais.

    Posso até parecer chato mas é importante salientar que esses equipamentos estão ao alcance de todos pois hoje a variedade é grande e a qualidade assegurada do produto junto com um custo acessível tornam possível a compra por nós, simples mortais.

    O que acho que falta é a noção de prioridades.

    Abraço!!

  4. Allison, as pessoas se preocupam apenas em comprar a moto para poder andar e não se preocupam em comprar os equipamentos. Não é inviável. Muita gente que anda de Twister, de Falcon, de Fazer, todas motos na faixa de 10 mil reais, poderiam gastar 2 ou 3 mil reais com equipamentos. Andar devagar não evita os machucados se você não tem equipamentos. Mas se estiver equipado, pode até cair em uma velocidade relativamente alta e dificilmente se machucará.

  5. Alex disse:

    Parabéns pela matéria, como foi dito anteriormente os equipamentos de segurança são extremamente caros no Brasil. Recetemente adquiri minha primeira moto e até o momento já gastei mais de mil reais só com um bom capacete, uma jaqueta impermeável com proteções e um bom par de luvas também impermeáveis, ainda falta uma boa calça e uma bota, mas a segurança que tenho usando esses equipamentos com certeza é muito maior se não usasse nada além de um capacete. Acredito que se tivessemos uma redução nos impostos ou se esses equipamentos fossem nacionalizados veríamos muito mais gente usando esse tipo de equipamento ao invés de leis imbecis que nos obrigam a colar um papel refletivo no capacete para que motoristas que nem sabem pra que serve uma seta tentarem não nos acertar, como se fossemos um pino de boliche.

  6. Buticão disse:

    Legal essa matéria, mas o dinheiro é curto querendo ou não quando fui até a concessionária, eu fui na ância de pegar minha moto, minha paixão sempre foi moto não me importei nem um pouco com capacete, luva, etc… Mas minha mentalidade vem evoluindo, meu primeiro capacete eu paguei R$45,00 o segundo paguei R$ 80,00 esse já vinha com viseira (fininha), o terceiro paguei 128,00, já me sentia melhor, viseirona grossa com tratamento anti risco, agora no meu atual capacete eu paguei R$ 250,00, infelismente mais do que isso em um capacete eu não posso pagar, até gostaria, mas não posso.
    Boa matéria, ainda vou comprar um SET de equips principalmente para as minhas viagens!

    abrs!

  7. Adilson Jr disse:

    Viajo 27km para ir ao meu trabalho todos os dias, sofro bastante com meu capacete, fica vazando ar para dentro do casco. Quando chove…. nem comento.
    Minha próxima compra sem dúvida será uma boa jaqueta, pois a que tenho mal me protege da chuva.
    Ando de moto a 2 anos, dirijo a 7 anos. Nunca bati o carro, nunca caí de moto e não quero que aconteça nem tão cedo. Para isso ando sempre com certos cuidados:
    -Não andar colado no carro da frente.
    -Nunca deixar para freiar em cima.
    -Não andar numa velocidade maior do que a do veículo da frente (isso resolve os 2 de cima).
    -Abusar da buzina: Mesmo estando na preferencial, há motoristas que não sabem o que é isso. Então buzina até onde não deve.
    -Pensar rápido: Muitas vezes freiar não é a melhor solução. Se o condutor estiver atento e tiver respostas rápidas, pode-se desviar de algo evitando sustos maiores.

    Poderia citar aqui mais de 20 vezes que já escapei de queda ou batida. Deixo aberto para aqueles que cairam ou bateram pensarem em outras formas de ter evitado utilizando o que falei acima.

  8. Fernando Massao Kawahara disse:

    Daniel!
    Excelente artigo!
    Permita-me compartilhar com voces um episodio que aconteceu ontem na frente de casa.
    Por volta das 21:00 horas de ontem , estava trabalhando no escritorio (que fica junto minha casa), quando eu escuto um barulho muito alto, a primeira coisa que eu pensei foi: bateram no Prisma… e como o Kadett tambem estava estacionado na frente do Prisma, prejuizo em dobro!
    Sai do escritorio que nem um louco ja calculando o prejuizo e dando adeus a minha tao sonhada moto, mas o que eu encontro foi um “piloto”de mobyllete em uma poça de sangue. IMEDIATAMENTE chamei os bombeiros e pedi para que os curiosos não se aproximassem do acidentado.
    Ele havia batido contra uma FORD F-250, (que havia parado para dar socorro, mas o motorista estava no mais completo panico), entáo notei que náo havia capacete perto da vitima, e que estava sem nenhum equipamento e ainda pilotando de chinelo e cheirava a alcool!
    Chega o socorro, (demorou uns 3 minutos depois que eu liguei, super eficiente!) e eles tomam o pulso do acidentado, tentam ressuscita-lo, mas foi em vão: ele morreu na calçada na frente de casa. Meu pais chegaram a tempo de ver o cadaver ser colocado na maca, e ir embora na ambulancia, resultado: tive que ouvir mil e umas verdades sobre o perigo de se pilotar uma moto.
    Realmente acredito que a batida foi forte, pois as F250 sao carros cujo o metal não amassa com facilidade, isto é, não absorvem a energia cinética e amortecem o impacto da batida, como acontecem com a maioria dos carros atuais, entretanto, acredito que se ele não estivesse embriagado e usasse minimamente um bom capacete, estaria vivo, machucado, mas vivo.
    Sempre acreditei em 3 premissas para se “sobreviver” quando se anda de moto:
    1) devemos estar preparados para cair, com um bom capacete, jaqueta, luvas, calças e botas.
    2) náo existe preferencial, ou melhor, nunca estou na preferencial, e muito perigoso contar com o bom senso dos outros!
    3) velocidade maxima de 50km/h, se ha um apressadinho, desvie.

  9. Xas disse:

    uiaa materia show

  10. Alex disse:

    Parabéns Daniel!!!!
    Como sempre se superando… ótimo artigo!! Com certeza mais uma iniciativa para que o pessoal comece a tomar consciência de que andar de motot é muito mais que saber “movimentar” a moto…

  11. LBK disse:

    Ótimo artigo!!!!
    Vou pegar meus 3 contos de reis para comprar os equipamentos, mesmo sem ter comprado a moto! Melhor pagar minha vida a vista do que parcelada…..

    Abraços!!!!

  12. Piréx disse:

    Beleza de artigo, Daniel – mas como todos muito corretamente já anteciparam, o problema são os preços. Claro que há muitos irresponsáveis rodando que não prezam nem a própria vida – o que dirá as nossas que estamos ao redor -, mas, na maioria dos casos, falta R$1mil para dar por um Shark e R$3mil por um macacão Alpinestars. Teu leitor que postou acima e é PRF apontou alguns pontos críticos e certamente já viu acidentes escabrosos que poderiam ter sido evitados se o usuário estivesse com um mínimo de equipamentos. Na minha opinião, além da óbvia falta de equipamentos, educação e bom senso acabariam com muitos dos acidentes que vemos por aí.
    Abração!

  13. Eduardo AA disse:

    Engrossando o coro, devo dizer: Excelente artigo.
    Para mim, serviu principalmente para aquebrantar minha hesitação com os EPIs… Vou reunir uma grana e comprar tudo do bom e do melhor

  14. Alisson disse:

    Daniel Ribeiro, realmente em alguns casos o que você diz corresponde a verdade, as pessoas simplesmente são displicentes e não investem em equipamento por se acharem ótimos pilotos. Na maioria dos casos, ao menos aqui no Ceará, as pessoas compram motocicletas de pequeno e médio porte financiadas ou em consórcios de até 72 meses, pagam a motocicleta com muita dificuldade e não possuem, muitas vezes, nem dinheiro para o combustível, pois o sonho de ter um veículo para se locomover com liberdade não calcula gastos com manutenção, combustível, equipamentos, licenciamento, seguro etc. Por isso eu digo que uma simples calça jeans, uma camisa de moleton ou mesmo jeans e um sapato bem afixado aos pés juntamente com luvas que cubram os dedos, já seria de grande ajuda em muitos casos, além, é claro, de um bom capacete. Um bom capacete, não quer dizer um shark, shoei, arai ou esses de mais de R$ 500,00, um bom capacete, na minha opinião é o que tenha o selo do imetro, seja do tamanho correto, proteja nunca, queixo e tenha uma viseira de qualidade. É fácil encontrar capacetes com essas qualidades abaixo dos R$ 200,00.
    Dentro da cidade, principalmente aqui em Fortaleza, além da questão financeira, o calor é um dos maiores obstáculos ao uso desses equipamentos. Apesar de muitos serem contra a regulamentação do uso desses equipamentos pelo governo, infelizmente o brasileiro só cuida da segurança quando é obrigado , nesse caso, por meio de leis que apliquem multas a quem não as cumpra.
    Ao menos nas estradas, eu acho que deveria existir a obrigação do uso de alguns equipamentos mínimos de segurança, pois é onde acontecem os piores acidentes.
    Abraços.

  15. Antonio Celestino disse:

    Daniel, a materia está excelente, tomara que ganhe o concurso do Efetividade.net.
    Quando tive minha primeira moto “grande” (RMX 250) comprei todo o equipamento, por se tratar de uma moto de trilha e de estar iniciando no motociclismo levei inúmeros tombos, era no mínimo 2 ou 3 por trilha e eu fiz trilha toda semana durante quase 3 anos e somente uma vez tive um ferimento, uma pequena fissura no cotovelo, devo muito da minha segurança aos meus equipamentos e por causa de tudo que passei hoje dou o maior valor para esses itens.
    Uma penas que aqui aonde moro eu costumava ser motivo de piada por sair bem equipado mesmo quando era para dar uma pequena volta na orla da cidade. Mas durante esses 8 anos que piloto motocicletas infelizmente pude assistir algumas dessas pessoas que faziam piadinhas sobre mim se machucarem seriamente pela falta de equipamento. Já vi pessoas de Hayabusa usarem San Marino para viajar porque achavam um Shark muito caro.
    O investimento em equipamento para segurança é tão importante ou até mais do que a moto você vai adquirir.

  16. Fernando Massao Kawahara disse:

    Antonio:
    Concordo plenamente com voce.
    Um equipamento, voce pode compra-lo e até paga-lo em parcelas. Mas a vida é insubistituivel, não tem preço.
    Ja cansei de ver pessoas que como voce mesmo disse, fazem chacotas em um primeiro momento, mas que se feriram ou ate mesmo faleceram por pura imprudencia ou irresponsabilidade.
    Acredito mesmo que usar um equipamento é sinonimo de responsabilidade e compromisso com a vida.
    É realmente uma grande pena que nem todos partilhem dessa opinião, àqueles que andam embriagados, fazendo “borrachão”, empinando, correndo…. façam o que quizerem, no entanto, sacrifiquem apenas a propria vida, e não a de terceiros.

  17. Piréx, muito legal o seu blog! Parabéns!

    Sobre o seu comentário, realmente, entendo que muita gente não tem 1000 reais para pagar em um Shark ou 3000 num macacão da Alpinestars… Eu mesmo não tenho este dinheiro todo, mas nem por isso eu ando desprotegido. Minha jaqueta de 500 reais e meu capacete de 300 estão funcionando muito bem, inclusive a jaqueta me salvou no último tombo que tive.

    Não é preciso ser rico para andar de moto, basta comprar o equipamento mínimo. É claro que um San Marino de 80 reais não vai servir para nada, mas certamente um Bieffe de 250 já está muito acima de um san Marino, e apesar de não ser o capacete dos sonhos, ele atende a maioria das especificações que eu coloquei (é leve, tem viseira 3 mm, é confortável, tem respiros e é homologado pelo inmetro), da mesma forma, uma Jaqueta da Zebra com proteções não custa mais do que 300 reais e também te protege dos tombos e da chuva.

    Com menos de 1000 reais, você compra todo o equipamento: Calça, Jaqueta, Luvas, Botas e Capacete. Se considerar que uma moto 125 custa a partir de 5000 reais, basta adicionar 20% neste valor para ter um bom equipamento… Sinceramente, eu não acho caro não.

  18. Piréx disse:

    Obrigado, Daniel.

    Concordo plenamente contigo – mas vais concordar comigo que, como nos demais segmentos, o bom senso é suplantado pela moda: só por exemplo, existem capacetes Shark (que eles chamam de “linha de entrada”) que são inferiores à outros não tão famosos. Apesar disso, uma grande quantidade de consumidores prefere esses Shark a outros menos famosos (obviamente a Shark merece parabéns pela construção da sua marca). O mesmo acontece com jaquetas, luvas, botas, macacões… É a ditadura da moda. O que acaba acontecendo é que muita gente quer equipamento Shark/Alpinestars/Arlen Ness/Dainese/etc e, enquanto não consegue comprar esse, segue usando capacetes de R$49 e jaqueta de nylon. Nada contra: cada um sabe de si e da sua realidade.

    Abração!

    Piréx

  19. É Piréx, realmente, para andar na moda, é preciso ter dinheiro. Mas para andar protegido, não necessariamente. O sujeito que compra uma California Racing normalmente não tem pretensão nenhuma de comprar uma Alpine Stars. Mas poderia muito bem colocar 100 reais a mais, comprar uma Zebra e andar protegido. Mas é como você mesmo falou: Cada um sabe da sua realidade.

  20. Piréx disse:

    Concordo contigo, Daniel. Já que falaste na marca e a título de exemplo, tenho uma jaqueta Zebra que paguei – na minha opinião – um preço justo: ela não me dá status nenhum (como uma Arlen Ness ou outra marca famosa daria), mas atende bem às minhas necessidades e isso é o que me interessa. E em hipótese alguma estou fazendo propaganda da marca: comprei um par de luvas do mesmo fabricante e me arrependi (aliás, esse pode ser um artigo interessante aqui para a galera participar: quais acessórios indica ou não).

    Abração!

  21. É, a Zebra foi só um exemplo. Eu não tenho uma Zebra, tenho uma Ixon, que é um pouco mais cara, mas nem de perto o preço de uma Arlen ou uma Alpine. Quando comprei, também não fui pelo Status, fui pelo que eu podia pagar na época. É uma excelente Jaqueta, mas que devido aos quase 3 anos de uso diário, já não é mais tão eficiente ao proteger da chuva. Logo terei de comprar outra. Quanto a dica, é excelente, e já estamos preparando mais um Teste completo, do Shark S650, e a segunda parte do teste do meu capacete, o Yohe 908. Depois de quase 1 ano, já tenho condições de dar dados mais detalhados dele (e que não são tão positivos).

    T+

  22. Silvério disse:

    Muito boa a matéria.
    Em qual site você já comprou e é confiavel para comprar jaquetas, capacetes e etc…

  23. Silvério, boas lojas são a RS1 e a WebRacing. Já comprei nas duas e recomendo. (Jabá grátis, mas eles merecem).

    T+

  24. elias disse:

    Todo o equipamento é indispensável, mas em casos extremos é possível usar a moto no dia-dia com jaqueta com proteçáo, botas, luva, capacete e calca jeans (aqui seria o ponto critico), mas creio que usando o resto em caso de queda os danos sáo muito menores.

  25. Fabíola disse:

    Daniel
    Parabéns pelo blog,ele se tornou item de leitura obrigatória para mim e para o meu marido que comprou uma moto recentemente.Como ele guarda a moto na garagem da tia,(que mora na rua de cima e por isso precisa dar a volta no quarteirão)é alvo de zuação dos amigos por usar capacete para ir guardar/retirar a moto.Acontece que a um tempo atrás aconteceu um acidente com um de nossos vizinhos,que infelizmente faleceu.Quando aconteceu o acidente ele estava sem capacete,e eu vi tudo.Foi na rua de casa,ele tinha ido até a padaria;ou seja,acidentes podem acontecer em qualquer lugar.

    • Fabíola, então seus vizinhos fazem piada por seu marido andar com capacete? Que piada mais besta! É igual fazer piada “olha só! Ele anda de mochila!” Que piada mais sem sentido, não acha? Por aqui é tão comum andar de moto que, andar a pé com o capacete na mão é quase como mulher andar com bolsa: a coisa mais normal do mundo. Diga a seu marido que ele não precisa se sentir mal, afinal, andar sem o capacete, além de ser proibido, é perigoso. Se o seu vizinho estivesse de capacete, provavelmente não teria sofrido mais do que alguns arranhões.

      Até mais!

  26. Matheus disse:

    Ótimo post. Concordo com tudo o que tu disse. Mas também concordo com a maioria do pessoal daqui quanto ao preço dos equipamentos. Andar de moto com conforto, segurança e economia, vai além de ter um bom equipamento. Vai no respeito e até de certa maneira, medo do trânsito. Tenho moto fazem 3 anos e já caí algumas vezes. Com certeza um bom equipamento me pouparia grande parte dos arranhões, mas todas as minhas quedas ou foram por displicências por confiar demais em mim, ou por inexperiência.
    Cabe dizer que um blog como o seu faltava há bastante tempo na “blogosfera”, seus textos são ótimos de ler. Só falta tentar entrar na realidade de 90% dos “motoqueiros” deste nosso Brasil.

    []’s

    • É amigo… quando criei o blog a 1 ano e meio atrás, eu sentia falta de um blog nacional sobre motos e comportamento sobre duas rodas. Hoje em dia acredito até ter encorajado algumas pessoas a criarem blogs também, alguns excelentes inclusive (que eu coloco no Blogroll).

      Para 90% dos motoqueiros deste Brasil, a internet nem é uma realidade, e quando é, normalmente não chegam até aqui, ficam pelos blogs para paraquedistas clicadores de Adsense. Acredito que o problema nem é a falta de identidade do Motos Blog com os motoqueiros, acho que o problema é mais profundo, de natureza cultural. Sei lá.

      A minha proposta é meio diferente aqui. Eu tento “converter” um cidadão normal em um motociclista, sempre conscientizando sobre a forma correta de andar de moto, tanto no ponto de vista de equipamentos quanto de comportamento. Além disso, escrevo para quem gosta de motos, e não para quem precisa delas. Normalmente o motoboy que faz entregas e depende da moto para tudo não quer nem saber da moto no final de semana, já, a maioria dos meus visitantes são loucos para que o fim de semana chegue logo para poder passear de moto, muitas vezes, mesmo indo para o trabalho com a moto todos os dias. É o meu caso pelo menos.

      Obrigado pela Visita Matheus! Volte e comente sempre!

  27. Felipe Torres disse:

    Sou um novo leitor aqui do blog, cheguei por meio do excelente blog do amigo Augusto Campos, o Efetividade.net. Li alguns comentários e concordo com o amigo Allison. Sou motociclista e felizmente tenho dinheiro para me proteger adequadamente e ainda satisfazer meu ego, comprando um capacete/macacão/botas/luvas de marca e de qualidade ainda melhor que os já adequados produtos que estão no mercado por um preço mais acessível. Porém, muita gente, creio eu que a maioria dos que adquirem moto para trabalho, faz como foi citado: compram uma CG, uma YBR, uma Yes, senão modelos mais baratos, em condições de pagamento mais acessíveis, como o consórcio, financiamento em diversas parcelas e tem em mente o veículo próprio, a liberdade de ir e vir, sem ter em mente que essa liberdade pode se acabar num piscar de olhos, num cruzamento desrespeitado, num abuso de velocidade.

    Como também foi falado acima, infelizmente o brasileiro tem a mentalidade fraca de obedecer somente o que é obrigatório. É só lembrar que, anos atrás, os capacetes não eram itens obrigatórios e muita gente deixava de usá-lo, trocando a proteção e a segurança, e porque não a própria vida, por uma pilotagem mais confortável.

    Outro problema grave são as motocicletas de empresas. Sabemos que muitas delas disponibilizam motocicletas de baixa cilindradas para seus funcionários. Um exemplo básico que, pelo menos na minha cidade, pode ser observado com clareza são os entregadores dos correios. Aqui, o único item de segurança que vejo os entregadores utilizarem é o capacete. Fora isso, é a camiseta da empresa, de manga curta, sem luvas, calças (que apesar de tudo, ainda oferecem uma proteção melhor do que bermudas) e sapatos.

    Concordo com você no ponto em que muitos motociclistas que compram uma Falcon, uma Twister ou Fazer tem esse poder aquisitivo de adquirir produtos mais em conta, mas estes sim tem esse poder, de no ato da compra já adquirir os equipamentos adequados. Creio que são raras as pessoas que conseguem, mesmo em planos facilitados, pagar uma Twister.

    No mais, como muitos já disseram, é falta de educação, uma fiscalização mais severa. Concordo em obrigar por lei o uso de equipamentos como jaqueta, calças, luvas e botas, além do capacete, é claro, nas estradas, onde o pessoal abusa na velocidade. Viajando em grupo, já vimos camaradas de CG 125, camiseta, bermuda, chinelo e capacete (pelo menos isso!) a 110Km/h na moto. Nas cidades, onde o limite de velocidade tem maiores chances de ser controlado, creio que jaquetas, luvas, capacete e calça com sapato podem ajudar. E informação, educação desde cedo. Não precisa ir muito longe pra achar vídeos de pessoas empinando motos, abusando demais. E assim, incentivar outros a fazê-lo. É como ver um filme de super herói, desligar a TV e achar que consegue voar, numa analogia bem exagerada.

    Bom, fico por aqui senão o post do blog vai ter outro post nos comentários! Gotei do blog e já vou logo assinando os feeds para sempre ter mais informações de pessoas apaixonadas por motos, assim como eu.

    Um grande abraço!

  28. Luciano Silveira disse:

    Excelente post, sou motoqueiro a 3 anos e até hoje estou em busca de uma boa jaqueta. Como sou de cidade do interior não encontro muitas opções.

    Um post apresentando algumas opções de modelos, preço e onde encontrar (de preferência na Web) viria muito a calhar.

  29. Vagner Alexandre disse:

    Saudações.

    Em primeiro lugar, como muitos aqui, digo que é um excelente artigo. Vim pelo Efetividade.

    O problema é que vai um pouco contra também muitos que utilizam motos no dia-a-dia, como eu.

    Infelizmente, por mais que se diga que “é desculpa…” ou etc…, não é possível comprar todos os equipamentos necessários devido ao alto custo. Carga tributária alta, produtos importados cujos preços sempre estão com um valor além do que uma pessoa mais simples pode comprar, enfim.

    Quanto aos exemplos das fotos, já deu para notar que são pessoas que tem um poder aquisitivo mais simples. O do primeiro exemplo concordo plenamente que ele está totalmente errado. Já começa pelo fato dele não usar uma calça pelo menos. O do segundo exemplo já deu para notar que é um motoboy. No caso dele, é até interessante que houvesse facilidades para este tipo de profissional para adquirir vestimentas e equipamentos adequados, para assim ele exercer sua profissão com mais segurança e mais tranquilidade.

    Hoje, quem compra uma moto mais barata já compra justamente pelo preço. Ela tem mais condições de pagar os 5 ou 6 mil da moto, pois irá parcelar em longas prestaçoes, porém não terá 2 mil reais para comprar pelo menos um capacete e vestimentas mais resistentes.

    Enfim, creio que não é só apenas re-educar os motociclistas mais simples como eu para utilizar equipamentos e vestimentas adequadas. Mas sim também tem que haver facilidades e incentivos para o uso. Não apenas “aplicando multas” ou colocando na lei, mas sim também pedindo ao governo que ajude a baratear este tipo de equipamento, com o pretexto principal de ajudar na prevenção de acidentes de motocicleta e incentivo ao uso consciente da mesma.

    Um grande abraço a todos e que os bons ventos os caminhem em boas direções!

    • É verdade Vagner. Grande parte da população que compra motos realmente não tem condições de comprar os equipamentos para pilota-la. É por isso que morrem o tempo todo.
      Meu papel aqui é sinalizar sobre a forma correta de pilotar. O sujeito que hoje vai de carro para o trabalho e pensa em escapar do trânsito, certamente tem dinheiro para investir no equipamento necessário.
      Mas eu concordo com você: O governo deveria dar incentivos para compra do equipamento… Facilitaram a compra da moto, mas não facilitaram a compra do equipamento. Talvez se os fabricantes fossem obrigados a fornecer o equipamento junto com a moto… Sei lá.

      • Vagner Alexandre disse:

        Uma boa idéia é essa que você falou: a moto já ser fornecida com o equipamento básico: jaqueta, botas, calça, luvas e capacete. Ou então as concessionárias começarem a criar “pacotes” para serem fornecidos junto com as motos, tal como as promoções “compre uma moto e ganhe um capacete”. Seria uma excelente idéia.

        Não conheço fabricantes de vestimentas e equipamentos de proteção para motos que sejam brasileira, mas imagino que deva existir umas 3 marcas conhecidas pelo menos. Se também houvesse uma maior orientação para a procura, isso ajudaria e muito, pois mais fábricas poderiam entrar no mercado, aí abaixaria o preço e ficaria mais em conta, principalmente para nós, motociclistas do dia-a-dia com suas motos baratinhas =D.

        Em tempos: pelo menos costumo andar com uma calça jeans, jaqueta de couro (que um amigo deu de presente) e um capacete um pouco melhor que os famosos “brindes” de motos. Tinha uma luva, mas infelizmente se rasgou.

        E entendo que você diz para nos orientar. Desculpe se fui rispido no comentário. Adorei o blog e já até está no meu delicious.

        Obrigado pela atenção e tudo de bom para você =D.

        • Fique tranqüilo Vagner. Estamos aqui para trocar idéias. Por um lado, seria legal que os fabricantes dessem junto a moto o equipamento básico, mas por outro lado, estamos no Brasil, e certamente esta idéia não seria bem aproveitada. Pois certamente o equipamento será o pior possível, ou seja, o capacete mais barato com selo do inmetro, uma jaqueta das mais simples, assim como todo o resto. Este equipamento e NADA é a mesma coisa. Quando me refiro a equipamentos de proteção, estou falando de equipamentos de verdade, com especificações muito acima das exigidas pelo inmetro. Certamente o equipamento mínimo completo não sairia por menos de 1000 reais, um preço bem superior ao que um fabricante gostaria de embutir em suas motos.

          Mas a vida é assim né? Quando você compra um carro, você tem que sair por ai procurando um bom cinto de segurança? Não né… O carro já vem com ele, certo? Pois então.

          • Vagner Alexandre disse:

            Por isso que digo que o interessante é que mais fabricantes de equipamentos e vestimentas nacionais existissem para trabalhar com este tipo de material, que com certeza teria uma excelente demanda. Afinal, hoje temos milhões de motocicletas no Brasil. E muitos donos de motocicletas, como eu, meus amigos e muitos outros querem e precisam deste tipo de coisa. Quanto mais oferta, mais barato e com mais qualidade fica. Bem, um pouco de utopia ajuda :D.

            Estava comentando com um amigo meu que recentemente caiu de motocicleta justamente sobre este assunto. Falei para ele que tem equipamentos que infelizmente o custo é altíssimo, e por mais que nossa vida tenha um valor inestimavel, não dá para pagar algo assim. É como um executivo e sua limosine blindada: se ele tem algo assim, é porque ele tem condições. =D.

            Neste caso, meu amigo vai acabar recorrendo aos equipamentos mais simples, como os que você mostrou na foto. Uma jaqueta de nylon com forro, calças jeans, capacete comum e sapatos ou tenis. Para os dias de chuva, a famosa capa de sobrepor.

            Hoje, a única coisa da lista que você recomendou que muitos ainda podem comprar é o bauleto. O custo dele não é proibitivo (Até tenho um, mas está guardado) e de quebra é realmente um grande companheiro.

            Um grande abraço.

  30. Rodrigo disse:

    ola pessoal adorei a reportagem e os comentarios sou um motociclista desde os 15 mas como não tinha carta me apresento desde os 18 rsrs,hoje tenho 26 concordo com tudo que falam ai em cima mas como todos tambem adoro moto mas amo minha vida,hj tenho uma mota de medio porte e uso para meu lazer e gostaria de ressaltar que hoje em dia existem muitas roupas e acessorios disponiveis a todos e com preços otimos, tambem nao tenho dinheiro para esbanjar mas adoro andar de moto e guardo todo mes o poquinho que sobra so pra gastar nela e em meu lazer tenho bota capacete blusa luva tudo,e se você realmente procurar vai achar varias lojas e acessorios que cabem em seu bolso,existem ai no mercado blusas completas nem por 300 reais,hoje em dia no shopping com isso nem moleton você compra botas por 195 que foi meu caso e inclusive que protege de torçoes e tudo,um tennis hoje que voce for comprar na 25 de março custa em media 80 reais e falso ainda o que custa entao pagar em 2 vezes esse valor e ter um equipamento que vai durar no minimo uns 10 anos,meu pai mesmo tem luvas e jaquetas a mais de 15 anos e hoje se ele cair ainda segura o tranco,para quem gosta de ir no shopping fazer carnezinho facil facil em 4 meses vc ja pagou um kit todo de segurança e sua vida vale muito mais que isso,ando todo fim de semana e sempre com esses acessorios só voces procurarem que acham preços bons e materias bons,pesquisem por qualidade e nao por marcas as vezes marcas menos conhecida mas com o mesmo material inclusive testado cabe no seu bolso esse é meu caso boa sorte a todos

  31. Saurus disse:

    Salve, Shadow! Muito bom o post. Parabéns pela mensagem e pelo espaço para discussão de um assunto que, ao meu ver, é de utilidade pública e saúde publica. Grande abraço.

  32. Rodrigo disse:

    Muito bom o seu blog.E esta postagem comprei uma cg 125 honda e estou começando agora.Gostaria de dicas sobre maldades no transito.Um abraço!

  33. Cezar Ribeiro disse:

    Olá, Daniel.

    Muito bom este post, bem como o seu blog todo. Cheguei até aqui através da dica do Augusto postada no blog “Efetividade”. Quero dizer que concordo plenamente com quase tudo que foi dito sobre a praticidade, economia e segurança do transporte feito em duas rodas, mesmo nas grandes cidades e regiões metropolitanas. Porém, não acho extremamente necessário todos esses equipamentos de segurança. Acho que um bom capacete (que não precisa ser muito caro; há muito bons capacetes na faixa de R$ 150,00 a R$ 300,00) e estar adequadamente vestido (pelo menos de calça jeans e tênis e camisa). Já para viajar maiores distâncias, aí sim acho inteiramente necessários os equipamentos apresentados no post.
    Um abraço.

    • Amigo Cezar, boa noite.
      Estatisticamente, acontecem 10 vezes mais acidentes com motos nos centros urbanos do que nas rodovias. A proximidade entre carros e motos é a principal causa de acidentes, e esta proximidade não existe nas viagens. Seria até prudente dizer que é melhor estar equipado na cidade e não na estrada, não fosse as altas velocidades em que rodamos durante uma viagem (sempre acima de 100 km/h). Portanto, o ideal é estar equipado o tempo todo, seja em curtos trajetos urbanos, seja nas estradas.

      No entanto, eu mesmo acho meio incomodo usar todo o equipamento nos trajetos diários, mas ai lembro que os 2 minutos necessários para colocar e tirar o equipamento são bem menores do que os 20 minutos que perderia no meu trajeto se eu fosse de carro, ou 1h30 se fosse de ônibus.

  34. gilberto marques disse:

    pessoal estar bem equipado apesar de ser caro e uma realidade,apesar de nao resolver mas amenizar as consequencias.
    a verdade e que os acidentes so vao diminuir quando todos os motorista
    e motociclistas se respeitarem como cidadaos e usuarios das vias pois
    todos pagam seus respectivos impostos e todos tem direito,sendo que esta
    luta por espaco do nosso cotidiano faz com que as autoridades e governantes julguem e apliquem leis que na maioria das vezes nos prejudicao
    educacao no transito e respeito a vida e tudo.

  35. Alysson disse:

    Andar nas rodovias com bermuda é notificado?

  36. Ana Klebia Duarte disse:

    Olá amigo, estou aqui para te pedir uma ajudinha preciso dar de presente para meu marido uma roupa segura de boa qualidade,ele tem uma moto de 600cc mas so usa o capacete como item de segurança o que me deixa muito aflita nos fds quando o mm faz uso da moto, mas como não entendo nada de moto não sei qual a marca mais indicada e onde posso comprar, sera que vc poderia me ajudar ?
    Gostaria de parabeniza-lo pelo blog esta maravilhoso.

  37. Andréia disse:

    Daniel:
    Maravilhoso o seu blog. Pena que comprei minha moto há 2 semanas e ainda não havia tirado um tempinho para procurar por algumas dicas.
    O fato é que não gostei muito da minha motinho, de repente com o tempo possa gostar, mas ela tem apagado com frequencia desde que chegou da concessionária. É pesada pra mim que sou mulher e me comentaram que as peças são difíceis de encontrar. O modelo é lançamento 2010 da Yamaha, é uma ybr factor ed 125, conhece?
    Como faz 2 anos que tirei minha carteira e não pego uma moto, qual a dica que você dá pra quem está começando? Vou treinar muito com ela em casa antes de sair, pois sinto muita diferença nela para uma fan 125 da honda que era a que eu utilizava na auto escola.
    Aguardo pelas suas dicas.

    Até…

    • Andréia, a YBR Factor é tão leve quanto a Fan e a qualquer outra moto pequena. Vai ver você só não está acostumada. Verifique a calibragem dos pneus também, pois pneus murchos podem passar a impressão de que a moto está difícil de conduzir.

      Quanto as peças… Não sei em que lugar você mora, mas acredito que não terá dificuldade para consegui-las não. Aqui em São Paulo, a oferta de peças Yamaha é tão grande quanto a da Honda ou Suzuki.

      Não se preocupe com a sua moto. Você fez uma boa escolha. Eu diria que hoje, entre as pequenas, a Factor tem o melhor custo-benefício.

      Até mais

  38. Andréia disse:

    Oi Daniel!

    Fico mais tranquila com as suas dicas.
    Pode ser que eu mesma não esteja acostumada, pois duvido que os mecânicos da loja sejam tão desinteressados a ponto de terem me entregado ela com os pneus murchos.
    Fico feliz também em saber que ela foi uma boa escolha, pois me preocupei muito com a questão da minha segurança em escolher um modelo que não é tão visado por assaltantes, além do que ela é muito bonita.
    Gostaria de saber de ti alguns modelos de capacete além do shark, pois ele é caríssimo. No momento tive muitos gastos com ela, alarme e seguro. Meu irmão usa o Zeus, é uma marca boa?

    Mais uma vez obrigada pelo retorno tão rápido!

    • Andréia, é bom você saber que, geralmente, os mecanicos das concessionárias não se importam muito com a qualidade da entrega… Não estou dizendo que este foi o caso, pode ser que eles tenham feito o trabalho direito, mas é mais provavel que não tenham feito não… pois ninguém faz.

      De qualquer forma, os pneus perdem a calibragem com o tempo… É bom você conferir a calibragem toda semana. Para a Factor ED, acredito que 33 libras em cada pneu seja suficiente.

      O Zeus é uma boa marca sim. Já tive um (modelo 508) é gostei bastante.
      Até mais!

  39. Andréia disse:

    Hummmmm, bom então vou pedir para meu o irmão conferir a calibragem, pois eu sinceramente nem sei como se faz isso, Daniel. Como ele é motoboy há muitos anos entende bastante e me ensina.

    Ela veio com poucos arranhões que meu irmão chegou a dizer que foi na montagem, mas tudo bem. Eles fazem a montagem tão rápido e com tanta freqüência que o cuidado necessário não importa tanto pra eles, afinal são muitas motos para entregar.

    Valeu pela dica do capacete. Vou comprar o Zeus.

    Obrigada pelas dicas e parabéns pelo blog!!!
    Até mais.
    Andréia

    • Uma dica que dou é ler o manual da moto. Nele há muita informação sobre como realizar a manutenção básica da moto. Mas quanto a calibragem dos pneus, é simples: Vá a um posto de gasolina, encoste a moto próxima ao calibrador, ajuste ele para 33 libras, abra a tampa do bico de ar de um pneu e encaixe a mangueira do calibrador no bico. Espere que o calibrador apite, de modo que a calibragem está completa, e repita o procedimento com o outro pneu.

  40. ggiba disse:

    ia comentar mas fiquei ateh triste dps d ler isso …

    alem de…

    ”você poderá ter seu email e IP expostos publicamente…”

    aiai

    • Amigo, se sua opinião não agredir ninguém, fique a vontade para comentar. Os comentários são para isso mesmo. A discussão sempre leva ao crescimento… Mas se for só para dizer inutilidades, melhor não falar nada mesmo.

  41. William Moura disse:

    Pessoal,

    hoje dia 29/01/2010 fiz minha primeira pilotagem com minha nova Jaqueta Zebra T1, e o que posso dizer é que é fantastico pilotar com essa belezinha, é verdade que aqui pra minha cidade ela é bem quente, mesmo sem o forro, e estamos no verão, o que piora ainda mais, mas fora isso, ela é um espetaculo de Jaqueta e pilotar assim é muito bom, da uma sensação de segurança enorme e ela te põe na posição correta de pilotagem com conforto, vale cada centavo, comprei a minha na RS1 pela Net. Agora que estou com um bom capacete e uma jaqueta comprarei outra luva de melhor qualidade, e no final do ano upgrade CC, de 250 para 600 ou >.

    Para os que nunca usaram uma dessa, que era o meu caso, peçam emprestado a algum amigo nem que seja para dar uma volta rapida, vão sentir vontade de comprar uma na hora.

    E não pensem que esse tipo de equipamento e só para quem tem moto grande não, tenho visto a turma preza a segurança andando de Biz e CG com esses equipamentos.

    Abraços.



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