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Revisões na concessionária são realmente úteis?


As concessionárias normalmente possuem um setor de oficina e assistência técnica, que é onde você leva sua Moto para fazer as revisões programadas e para concertá-la caso tenha algum problema. Mas a principal queixa das pessoas é o preço salgado cobrado pelos serviços da oficina e das peças de reposição. Será que vale a pena levar a moto na concessionária para realizar estes serviços?

Quando você compra uma moto Zero Km, normalmente o fabricante te dá a primeira e a segunda revisão grátis, e normalmente estas revisões são feitas com 1000 e 3000 km respectivamente. Nestas revisões, você paga apenas pelo óleo de motor usado e pelo filtro, e na revisão são realizadas apenas a troca do óleo e filtro, e reaperto geral (eu nunca entendi ao certo o que é isso… Apertar parafusos?)
O problema são os preços praticados… cobram cerca de 15 reais em cada litro de óleo móbil (o óleo mais barato do mercado, que pode ser comprado por 7 reais em qualquer posto de gasolina), e o filtro, que varia de moto para moto, mas sempre colocam uns 20% em cima do valor real. Mas apesar das queixas, as pessoas costumam pagar estes valores nas 2 primeiras revisões. Mas esta é só a ponta do iceberg.
O problema está a partir da terceira: nestas revisões, a mão de obra também é cobrada (além de pagar estes valores absurdos no óleo e filtro), e não é barato. Em contrapartida, a garantia da moto (que normalmente é de 1 ano) exige que as revisões sejam feitas em um concessionário, sob pena de ser cancelada. O proprietário fica sem saída: Ou paga pela revisão na concessionária ou perde a garantia.
Na Honda, a revisão normal da Falcon custa 260 reais. 260 reais para trocar óleo e filtro, limpar o carburador (pelo menos dizem que limpam), esticar e lubrificar a corrente, calibrar os pneus e lavar. Vamos aos custos:
Óleo Móbil – 2 litros – 30 reais
Filtro Original – 45 reais
Óleo da corrente – 1 real
30 minutos de mão de obra – 25 reais
Lavagem simples – 10 reais
Total: 111 reais

Além do preço bem acima do custo real, existe o incomodo de você ter que deixar a moto lá por 2 dias, para que ela “entre na fila”. Você não pode agendar para chegar com a moto lá às 16 e ficar esperando para levar a moto às 17. O que causa um grande transtorno para quem depende da moto para tudo.

A maioria das pessoas faz apenas as 2 revisões gratuitas e nunca mais volta na concessionária, normalmente encontram um mecânico de confiança que cobra mais barato pelo serviço ou ainda, fazem o serviço por conta própria. Mas para isso, é preciso saber exatamente o que deve ser feito na sua moto, para que não esqueça de nenhum item que possa comprometer a sua segurança.

Abaixo vou fazer um pequeno roteiro de manutenção, mas note que sua moto pode ter um cronograma diferente. Sempre consulte o manual dela para evitar dúvidas.

A cada 500 km, lubrifique e verifique a folga da corrente de transmissão.

A cada 3000 km o óleo deve ser religiosamente trocado. Se puder, troque a cada 2000. Mas não deixe passar de 3000 nunca. O Filtro pode ser trocado a cada 2 trocas de óleo. Se estiver usando um filtro paralelo, troque a cada troca de óleo. A cada 3000 km você também deve conferir se as pastilhas de freio e pneus já estão muito gastos, e trocar se for o caso, e conferir também o nível do fluído de freio, e completar se estiver muito baixo.

Dependendo do seu uso, deve-se limpar o carburador a cada 6000 km. Se o uso da moto for diário (ou quase isso), pode-se prolongar até 9000 km.

A cada 12000 km, o fluído de freio deve ser trocado, e o fluído das bengalas (suspensão dianteira) deve ser trocado. Também é bom conferir como estão as velas do motor, normalmente a durabilidade delas é de 12 mil km também.

Se está fazendo a manutenção correta da corrente de transmissão, então só vai começar a se preocupar em substituir o kit a cada 36 mil km ou mais… Mas de qualquer forma, fique de olho. Com 36 mil, também é prudente verificar a condição do(s) amortecedor(es) traseiro(s).

É importante criar uma planilha de manutenção da sua moto, para saber quando fez cada um destes serviços na sua moto. São todos serviços relativamente simples de fazer, mas conte sempre com um bom mecânico para te ajudar.

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37 comentários

  1. David disse:

    Uma coisa a se tomar cuidado: as duas primeiras revisões são “grátis” dentro de um ano. Eu uso pouco a moto, e quando fui fazer a revisão de 3.000 Km, já fazia um ano e quinze dias da compra da moto, por isso tive que pagar. É um absurdo, mas não adiantou argumentar. Portanto, se for completar um ano da compra da moto e você ainda não tiver atingido a quilometragem da revisão grátis, leve-a assim mesmo.

  2. Rodrigo Luna disse:

    Boa tarde!!!!
    Realmente o atendimento das concessionárias não corresponde ao preço pago pelas revisões. Faço o seguinte: compro as peças na concessionária e levo para o meu mecanico de confiança. Sai um pouco caro, mas pelo menos são peças originais.

  3. Carlos Fernando disse:

    Faço minhas revisões na Bomba mesmo, as peças originais compro no Maia aqui no Rio que sai por uns 20% a menos que na Bomba. Quando acabar a garantia, vou continuar fazendo as revisões com o mesmo mecânico da Bomba, só que na casa dele.

    Já fiz coisa de umas 30 revisões com o cara, garantia de satisfação e preço justo. Como mantenho a moto com peças originais e tudo trocado exatamente na hora que manda o manual, não tenho a menor preocupação com problemas na moto.

  4. Marcos R. Jorge disse:

    Se você pretende trocar a moto em 1 ou 2 anos, vale lembrar que a possível desvalorização pela falta das revisões “oficiais” pode sair mais caro que a economia feita com as revisões “paralelas”. Nada contra, mas o risco existe.

  5. Daniel Ribeiro disse:

    Marcos, não sei ai na sua cidade, mas aqui em São Paulo, isso não faz diferença na maioria das vezes… A loja que vai comprar a sua moto não liga se você fez as revisões na concessionária ou não. Nem mesmo as concessionárias ligam pra isso. O preço que pagam geralmente é fixo: 15% abaixo da tabela, menos os reparos que tem de ser feitos para deixar a moto em ordem para vender. Talvez um particular se importe com isso, mas sinceramente, acho difícil.

    T+

  6. Carlos Fernando disse:

    Daniel, sinto em discordar, quando vendi minha Tuíster, consegui o preço da tabela FIPE por ter feito todas as revisões na mesma agência que vendi a moto. Na maioria das vezes, quando você tem o manual carimbado com todas as revisões é sinônimo que você cuida da moto com capricho. O novo dono também passa a ter certeza que a quilometragem apresentada é real.

  7. Daniel Ribeiro disse:

    Quando eu vendi a minha Tuíster, em 2006, para comprar a Falcon, eu vendi em uma concessionária Bomba, que não foi a mesma onde eu comprei. Fiz apenas as duas primeiras revisões em concessionária, todas as outras 20 revisões (vendi com 66 mil Km) eu fiz em uma oficina de minha confiança. E também peguei valor FIPE nela. Na época, 7400 reais.

    Eu comprei a moto em 2003 por 8140 (valor da nota) e vendi por 7400 reais 3 anos depois. Pra mim está ótimo.

    Minha mulher, por outro lado, foi pega pelo azar. Ela comprou a Tuíster em 2005 e vendeu em 2007… Neste período, a Tuíster 0 Km não valorizou, então as usadas desvalorizaram. ela comprou por 10000 e vendeu por 7000 em uma loja não-concessionária. Ela sempre fazia todas as revisões na concessionária, mas quando precisou vender, nem as concessionárias queriam comprar, pagavam 6500 ou menos, quando pagavam.

    Esse negócio de valor de revenda vai da época. É difícil determinar se uma moto será vendida bem ou mal, tudo depende do mercado.

    T+

  8. Carlos disse:

    Faço como o Rodrigo Luna. Compro as peças na concessionária Bomba e levo para o meu mecânico de confiança em uma revenda Yamaha. Faço isso por dois motivos: 1. O preço cobrado na oficina é alto pelo serviço prestado; 2. Na minha cidade os mecânicos da Bomba tem o hábito de tirar peças em bom estado da tua moto para vender ‘por fora’ a alguém interessado; instalam uma peça similar defeituosa e falam que necessita de troca.

  9. Gabriel disse:

    Já fui roubado na concessionária,literalmente ou melhor furtado e duas vezes !! uhahu deixei minha falcon então com 3000 km pra fazer revisão na Dicasa perto da minha casa em Niteroi-Rj, quando fui pegar os malucos me cobraram 197 reais pela pastilha de freio dianteira!!! alem disso minha tranca que tinha deixado na moto tinha sumido… resumo da história, não troquei a pastilha de freio lá (que com certeza foi trocada por uma q já estava no ferro ) e falei que se eles nao me dessem uma tranca nova eu ia pegar na lojinha deles e que se eles chamassem a policia ia ser melhor pq ai quem tinha roubado minha tranca que seria preso…entao eles me deram uma tranca nova e eu troquei a pastilha em uma oficina por 20 reais…

  10. Antonio Celestino disse:

    Não estou querendo justificar alguns abusos que realmente existem por aí, mas acho que poderíamos tentar entender o porque do serviço de uma oficina autorizada ser mais caro que o de uma oficina comum.

    O primeiro e maior vilão para esta diferença de preço é sem dúvida o governo. A fiscalização nunca vai fazer uma “visitinha” nas não-autorizadas. Resultado, o custo fiscal de uma autorizada é absurdamente maior. São fiscalizadas por: Secretarias (Fazenda, Trabalho, etc), Bombeiros (Taxa de incêndio, extintor, etc.) e diversos outros orgãos que vivem inventando taxas para cobrar. Pagam impostos, encargos sociais e trabalhistas, vale-transporte, décimo terceiro, férias, etc.

    Segundo custo é o seguro, acredito que todas as oficinas autorizadas tem seguro contra furto, roubo, acidentes e incêndio. A grande maioria das oficinas comuns não têm seguro. Desvantagem, o custo aumenta consideravelmente. Vantagem, se o cliente tiver uma SuperSport 1000cc e derrubarem uma ferramenta no tanque não precisa se preocupar, ele vai ganhar um novinho em folha.

    Terceiro (e este é o mais sacana de todos) é o custo das garantias, normalmente os fabricantes não pagam um valor justo de mão-de-obra para as oficinas autorizadas fazerem os serviços de garantia de seus clientes o que gera mais um custo.

    E infelizmente Daniel no nosso país é assim, o justo sempre paga o preço pelo injusto. Quem tem uma oficina autorizada tem que andar 100% na linha senão corre o risco de perder o negócio do dia pra noite, enquanto isso a fiscalização fecha os olhos para as outras oficinas que as vezes nem sequer um extintor de incêndio tem, não assinam carteira de trabalho, não pagam décimo nem férias e nem preciso dizer que não têm seguro.

    Como disse antes não quero justificar alguns abusos como o caso que você falou da revisão por 260. O que queria deixar claro aqui é que existem custos que só uma oficina autorizada é obrigada (na prática) a pagar e portanto uma diferença de 20 – 30% nos preços é (na minha opinião) compreensível. Agora, é uma escolha que o proprietário da moto deve fazer, levar sua moto para a autorizada ou para uma oficina comum vai depender do nível de exigência do proprietário e a qualidade percebida por ele em relação às duas oficinas.

    Conheço pilotos de 125cc que se recusam a fazer serviço em qualquer lugar que não seja na autorizada e conheço pilotos de Hayabusa que não fazem nenhuma (as vezes nem as gratuitas) revisão nas autorizadas. É um belo caso para estudo do comportamento do consumidor.

  11. mauro sousa disse:

    Será mesmo tão necessário assim fazer essas revisões? Afinal, se vc utilizar a moto de forma certa e manter a manutenção por conta aaprópria e certa, garantia pra que? A pessoa tem que ser muito azarada para precisar da garantia da moto Bomba que quase nunca dá defeito de fabricação. Os caras da autorizadas é que acham bom, afinal, ganham por um serviço ridículo que qualquem um pode fazer. trocar óleo e aapertar corrente, qualquer pessoa pode fazer, ou até mesmo o mecânico da sua confiança.Por um preço muito abaixo, sem o incômodo de ter que deixar o veículo por um ou dois dias na autorizada. fala sério!

    • Daniel Ribeiro disse:

      Bom, quanto a garantia… Eu tive uma Tuíster e uma Falcon, ambas zero, e precisei acionar a garantia nas duas motos. Na Tuíster, veio com um defeito na biela, que impedia a lubrificação correta do pino do pistão, e na Falcon foi um defeito na pinça de freio traseiro.

  12. Domingos disse:

    ten como colocar freio a disco traseiro em uma nx 200,qua gasta para colocar freio a disco

  13. Edvandro Menezes Silva disse:

    Ola!. Estou com uma duvida com relação ao manual da moto, comprei um Bros ES e por ventura perdi meu manual.
    – eu consigo arrumar outo manual onde comprei a moto?;
    – eu perco a garantia?

    • Daniel Ribeiro disse:

      Amigo, se não me engano, a Bomba vende o manual sim. Vá em uma concessionária e se informe. Mas quanto a garantia, fique tranquilo, pois você não perde não. Vá até a concessionária onde você fez as revisões e pede um novo comprovante. Eles tem o cadastro da sua moto lá no sistema deles e podem te fornecer uma cópia. Até mais!

  14. Julia disse:

    Oii gente!! Será que o que está acontecendo comigo, já aconteceu com vocês ? Me ajudem se sim!!

    Marquei a revisão dos 4.000 por três vezes, acontece que onde moro, está em época de muita chuva, e perdi essas revisões, minha moto entrou no limite estipulado por eles, em feriado prolongado, precisei usar a moto e excedeu o limite. Tudo bem… duas semanas depois, exatamente hoje, a moto não ligou, nem mesmo o alarme funcionou, nada! O mêcanico diz que é bateria, mas como se não tem nem mesmo 1 ano que comprei a moto ? Será que mesmo perdendo a 3° revisão, eu não tenho nenhum direito, já que baterias não acabam assim, com menos de um ano de uso ?

    Quem puder me ajudar, fico imensamente grata!!

    • Daniel Ribeiro disse:

      Julia… Motos que ficam paradas por muito tempo tendem a descarregar a bateria mesmo. Ainda mais tendo um alarme consumindo a bateria enquanto ela está desligada. Neste caso, basta dar uma recarga na bateria e estará tudo bem. Não acho que tenha estragado a bateria, acho apenas que ela descarregou. Leve em uma oficina de confiança e peça para dar uma carga lenta nela (leva 24 horas). E procure não abandonar a moto por tanto tempo!

      T+

  15. wilson yukio kimura disse:

    Olá galera é a primeira vez aquí. A opinião da galera aí seria oportuno, tenho uma drag 650 08/08 e em dezembro completará um ano a mesma se encontra c/ 260km rodados, pouco acho no meu entender p/ se ter que levar a mesma p/ a revisão.Talvez nem o óleo vão querer trocar muito menos reapertarem os parafusos, desde que a adquiri tive problemas corriqueiros do tipo tanque amassado para-lama riscado trambulador solto nada que não fosse reparado p/ mim mesmo c/ exceção ao tanque amassado o mais intrigante de todos os corriqueiros problems.Por motivos aí relatados fico até receoso pois a concessionária daqui de Mogi das Cruzes não inspira confiança ao meu ver, descaso total não sei se é só o de Mogi ou todas te dão as costas nada contra a marca YAMAHA mas, o pós venda que atormenta. Trabalhei p/ 5 anos na YAMAHA CO JAPAN inclusive fabricava a gaiola que acondicionava a dragstar650, em nenhuma parte da gaiola que era toda em aço havia partes que tocassem ou esbarrassem no tanque da moto o amassado no tanque da minha moto foram eles que fizeram mas não adimitem o erro, por várias vezes contactei a concessionária tudo em vão até foto tiraram do amassado e enviaram p/ a matriz e nada indignaçáo total.A primeira revisão eu mesmo farei pois tenho muitas ferramentas todas importadas dos ESTADOS UNIDOS da marca PROTO VANADIUM esta quilometragem de 260 foi devido ao problema que estou na coluna mas estou me recuperando, mais um motivo p/ não ter que levar a moto na porconcessionária p/ eles o que importa é só empurrar mercadoria o pós empurra c/ a barriga até a extinção da garantia. Lá em cima havia pedido uma opinião mas pensando bem vou fazer a primeira revisão aqui em casa mesmo e que se dane o carimbo. Fui……….

    • Daniel Ribeiro disse:

      Amigo, 1 ano e 260 km? Precisa rodar com a moto! Na revisão, deve-se trocar o oleo, pois ele envelhece e não lubrifica mais como deve. Mesmo que a quilometragem seja baixa…

      T+

  16. dr disse:

    Faço minhas revisões conforme o manual de serviços de minha moto, sempre fiz assim com todas que tive, e sempre que possível coloco peças de qualidade superior às originais. Por exemplo, pede óleo API SJ, eu coloco SL. Corrente original simples, eu colocava com retentor did. Lubrificação com graxa de lítio, eu uso lítio náutica. Gasolina eu usava premium, mas devido a problemas por comprar gasolina já envelhecida,passei a usar a comum e coloco aditivo de limpeza a cada 5000km Pneus eu sempre troco pelo lançamento da mesma fábrica do original. Velas e freios originais, filtro de óleo paralelo e trocado sempre junto com o óleo, lubrificação total de todos os rolamentos nas kilometragens recomendadas.
    Tenho certeza absoluta que nenhum mecânico pode tratar tão bem de uma moto como o próprio dono.

  17. Eduardo Josival da Silva disse:

    Olá Daniel Ribeiro, primeiramente quero deixar meus cumprimentos e elogios à sua pessoa, por responder de maneira simples,excepcionalmente e com clareza às perguntas dos visitantes do seu blog.
    Quero comprar uma moto NXis Érre BROS 150 da Bomba, na forma de consórcio e irei dar uma lance de uns R$ 2.000,00 ou R$ 3.000,00. Você acha que com esse valor eu a consigo rapidamente?
    Quero comprar uma moto, porém, não entendo muito sobre o assunto, então quais perguntas eu devo fazer que serão necessárias e de fundamental importância para eu saber?
    o que é “chassi”?
    Como você pode ver, sou leigo sobre o assunto.
    Obrigado antecipadamente.
    vlw

  18. Jadson disse:

    Daniel, parabéns pelo blog; é show! Moro a 55km do meu trabalho e estou pensando em comprar uma moto para ir trabalhar pois de ônibus está muito cansativo e demora, cerca de 2h30min. Com uma distância dessa (o que diariamente seria 110km), é viável comprar uma moto? Pergunto, sobretudo, em relação às revisões. Forte abraço, valeu!!

    • Daniel Ribeiro disse:

      É sempre viável usar uma moto. Ainda mais se comparar a um ônibus. Você vai encurtar o tempo da viagem e vai economizar. Além de servir de terapia.

      T+

  19. leandro disse:

    Pessoal, tenho uma dúvida e preciso da ajuda de voces. comprei recentemente uma yes 11/12, acontece que derepente ela ficou falhando em torno de 4000 Rpm, pensei que fosse gasolina, mas torquei por uma de qualidade (posto br) e mesmo assim não melhorou nada. entrei em contato com a concessionaria, e eles disseram que poderia ser carburador sujo, mas que a garantia nao cobria, e eu teria que pagar 170 em uma, no bairro casa verde, São Paulo/SP e em outro na avenida anhaia melo 60 reais. será que posso fazer em uma oficina de confiança sem perder a garantia??

  20. Eriq disse:

    de quanto e a garantia de uma revisão geral? fiz na jet balbek e a moto voltou pior……disseram que é só de um mês

  21. Rui Cosmedson disse:

    Olá Daniel, é um prazer falar com você! comprei recentemente uma shadow 600 2001 que está com 37.000 quilômetros rodados e gostaria de saber quanto me custará uma revisão completa e se você pode me indicar uma boa oficina aqui no centro de São Paulo, desde já agradeço. Abraços

  22. vinó maia disse:

    Ola Daniel quantos ml de óleo devo colocar nas bengalas da minha Bomba bros 2009 pois pretendo trocar o óleo das bengalas mas não sei a medida,obrigado.

  23. Wagner Orseti disse:

    Olá,tenho uma shadow 750 2010 e uma Xis Érree 300 2010,meses atrás meu vizinho foi dar uma ré na garagem do prédio e acabou esbarrando na shadow e derrubou ela, pois não quebrou absolutamente nada,somente arranhou,pois ele acionou o seguro o que logo autorizou o serviço,fiquei aguardando as peças chegarem mais de 120 dias na concessionária da Bomba (a japonesa poderosa)e sabem quanto custou para o seguro e custaria para mim também? Exatamente R$ 9600,00 isso porque foi somente arranhões,acreditem a Bomba não tem uma simples seta em estoque e nem na fabrica,acabei aproveitando e quis fazer tb a revisão de 15000 km.pois acreditem os tecnicos da concessionária em Vila Velha ES,sequer sabiam se ela era refrigerada a ar ou liquida e tiveram que ligar para fabrica para tirarem a duvida,diante disso acabei não fazendo a revisão com eles,e por esses motivos e muita pesquisas vou trocar as duas por uma bmw 800 gs e sei que tb vou ter problemas,mais pelo menos vou ter com uma alemã e BMW.
    E boa sorte para mim,rsrsrsr…
    E parabéns pelo blog e todas as informações que nele contem.
    Wagner Orseti
    Vitoria ES

  24. wallier disse:

    Ola! Observei os comentarios sobre revisões e compartilho da mesma insatisfaçao. Tive tanta raiva quando levei minha moto para fazer a 1ª
    revisão que não pisei mais lá. O atendente disse que teria que agendar e deixar a moto dois dias para trocar 1 litro de óleo. Faz sentido uma coisa dessas? Enfim, não fui mais, mas sempre acompanhei o manual para substituir componentes dentro do periodo. Agora quero vender a moto e gostaria de saber se dificulta a venda sem ter os carimbos de revisão no manual.
    Grato pela atenção.

    • Daniel Ribeiro disse:

      Não dificulta não… Ninguém liga pra isso na verdade.
      Geralmente o que dificulta a venda é pedir um valor muito alto pela moto.

  25. marcus mello disse:

    eu gostaria de saber se eu sou obrigado a fazer a revisao dos 3000 antes de completar mais vai vencer os 6 meses obrigado

  26. cmagno disse:

    Só para colocar mais “pimenta” no assunto. Eu fui comprar agora uma Z750 e entre duas igualmente fisicamente e também de rodagem, eu escolhi a que o cara fez as revisões na autorizada, pois fez nos momentos recomendados pelo manual e também com datas coerentes, assim constatei que não somente havia uma “garantia” de que a moto estava conforme as recomendações do fabricante para o uso, como também com relação à KM aferida pelo painel x manual. Então eu sou um consumidor que valoriza este “mimo” com a máquina, pois, subir numa máquina que te leva a 200km/h sem a proteção de latas como num carro, tem esta máquina a obrigação de estar o mais próximo do confiável. Não quero aqui desmerecer os mecânicos que atendem fora das concessionárias de forma alguma, mas a concessionária tem que seguir um padrão estipulado pelo fabricante ( o que eleva o custo com certeza ) mas que garante ao proprietário um diferencial em relação à sua segurança.
    Abraços e parabéns pela discussão.

  27. Sheylla disse:

    Bom dia Rafael, sei que o post não é exatamente sobre isso, mas estou fazendo a comparação de concessionaria x mecânico de confiança, sofri um acidente onde bati com minha biz na traseira de uma van parada na pista, o garfo ensacou pra dentro e a rabeta está pegando no motor, fiz o orçamento na Bomba e o valor ficou em mais de R$ 2.400,00, sendo que não vi tanto estrago assim, mas entre ver e analisar são outros quinhentos. Será que vale a pena procurar o meu mecânico de confiança ou arrumar na própria concessionaria? Obrigada

  28. Euclides disse:

    Bom pessoal, essa dúvida é intrigante, mas vamos lá! Tentei negociar no preço aqui na YAMAHA de minha cidade e o gerente foi meio teimoso e acabei economizando quase R$1000 reais comprando minha Fazer 250 14, em outra cidade. Isto depois de confirmar com eles que faria as revisões na minha cidade, coisa que é permitida segundo eles. Pois bem, agora vejo que quando levo minha moto aqui na unica bendita cc da YAMAHA em minha cidade, vejo uma CARRANCA por parte do gerente, pelo fato de eu ter pego a moto em outra loja. (fui regular farol e regular a lenta) Oque vcs acham: POSSO CONFIAR E LEVAR PARA A REVISÃO DOS 1000KM E DOS 3000KM NESSA LOJA, ou estarei correndo risco de me danificarem algo de propósito?



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